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Comitês da OAB/MS de combate ao Caixa 2 devem movimentar as eleições municipais

A Campanha contra o Caixa 2 nas eleições municipais deste ano, lançada em janeiro pela OAB Nacional, ganhou força na última semana em MS

28 fevereiro 2016 - 18h03Da redação
O FLOR DA MATA - NOTICIAS

A Campanha contra o Caixa 2 nas eleições municipais deste ano, lançada em janeiro pela OAB Nacional, ganhou força na última semana em Mato Grosso do Sul com o lançamento dos comitês de combate ao Caixa 2, que ocorreu  na quinta-feira (25). A Seccional vai instalar comitês para denúncia em cada uma das 31 Subseções da Ordem no interior do Estado. As denúncias sobre abuso do poder econômico, compra de votos, utilização de funcionário público, entre outras irregularidades, serão apuradas e os candidatos acusados terão até 48 horas para enviar ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MS) explicações sobre a origem do dinheiro da campanha para os respectivos gastos. Caso não justifiquem, podem ter o registro da candidatura cassado.

“Precisamos dar a nossa contribuição. Teremos um novo paradigma e acredito que essas eleições de 2016 serão um exemplo para o futuro do país. Precisamos passar a política a limpo e esse é o momento que nós temos para fazê-lo”, enfatizou o presidente da OAB/MS, Mansour Karmouche.

De acordo com Mansour, a Ordem vai coordenar a fiscalização durante os 45 dias de campanha previstos. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) são parceiros da OAB na iniciativa que já conta com o apoio de mais de 130 entidades. Associações comerciais e igrejas católicas de todo o Estado, além das Subseções terão centrais físicas para registrar as denúncias. Um disque-denúncia também será criado para registrar os casos.

“Menos Impostos. Mais Respeito”

Durante a reunião a OAB também lançou a campanha “Menos Impostos. Mais Respeito”. A instituição defende o corte de gastos do governo federal e avança contra o aumento de impostos e a volta da contribuição provisória sobre movimentação financeira (CPMF). A Ordem convocou as entidades sul-mato-grossenses do setor produtivo e da sociedade civil organizada a unirem-se e dialogar a respeito das medidas fiscais anunciadas pelos Governos Federal e Estadual. “É inadmissível que num momento de crise como este o governo federal jogue nas costas do cidadão a incapacidade de gerir suas finanças. O retorno da CPFM fere a dignidade do cidadão brasileiro”, disse o presidente da OAB/MS, Mansour Karmouche.

Estiveram presentes na solenidade o arcebispo de Campo Grande, Dom Dimas Lara Barbosa, o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), desembargador João Maria Lós, o representante do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, Lairson Palermo, o presidente da Federação das Associações Empresariais de Mato Grosso do Sul (Faems), empresário Alfredo Zamlutti, o vice-presidente da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande, Luiz Fernando Buainain, o diretor-presidente da Agepen, Ailton Stropa Garcia, além dos presidentes das Subseções da OAB/MS.

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