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Internacional

China afrouxará política de filho único no início de 2014

24 dezembro 2013 - 14h29
É o mais radical afrouxamento dessa política
É o mais radical afrouxamento dessa política - Reprodução
A China apresentará no início do próximo ano mudanças recentemente anunciadas em sua rigorosa política de filho único, permitindo que casais tenham um segundo descendente, informou a mídia estatal.
 
Espera-se que a alteração começe a vigorar em algumas áreas do país no primeiro trimestre de 2014, de acordo com Yang Wenzhuang, diretor da Comissão Nacional de Saúde e Planejamento Familiar, citado pela agência de notícias Xinhua.
 
Pequim disse no mês passado que iria permitir que milhões de famílias tenham dois filhos, no mais radical afrouxamento em sua rigorosa política do filho único em quase três décadas. A medida é parte de um plano para aumentar as taxas de fecundidade e aliviar a carga financeira sobre a população chinesa, que está envelhecendo em ritmo acelerado. As autoridades estão em processo de calcular o número de casais que poderão participar do programa, segundo Yang.
 
As alterações significam que casais vão ser autorizados a ter dois filhos, se um dos pais for filho único. Atualmente, ambos os pais devem ser filhos únicos para serem elegíveis para um segundo filho.
 
“É o momento certo para fazer mudanças. A baixa taxa de natalidade é estável, a população trabalhadora ainda é grande e o fardo de sustentar os idosos permanece relativamente leve”, disse Li Bin, ministro encarregado da Comissão Nacional de Saúde e Planejamento Familiar, segundo a agência de notícias Xinhua.
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