19 de janeiro de 2021 Grupo Feitosa de Comunicação
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Novidade

Chega ao Brasil o Chevrolet Captiva por R$ 92,9 mil

O motor 3,6 litros V6 do Captiva é o mesmo que ocupa o Omega, importado da Austrália e comercializad
O motor 3,6 litros V6 do Captiva é o mesmo que ocupa o Omega, importado da Austrália e comercializad - Divulgação

Novo utilitário esportivo da GM será comercializado nas versões 4x2 e 4x4.

A Chevrolet apresentou nesta terça-feira o utilitário esportivo Captiva. O modelo, produzido no México, chega ao mercado brasileiro equipado com motor a gasolina de 3.6 litros em duas versões de tração, com preços sugeridos de R$ 92.990 (tração dianteira) e R$ 99.990 (tração 4x4).

O Captiva é a aposta da General Motors para entrar no mercado dos utilitários esportivos no Brasil. O veículo vai concorrer com o Honda CR-V, o Toyota RAV 4, o Hyundai Santa Fe e o recém-lançado Dodge Journey. É mais caro que o Hyundai Tucson, o mais vendido da categoria SUV, que custa a partir de R$ 79 mil). O modelo é produzido também na Coréia do Sul e vendido na Rússia, México, Argentina, Coréia do Sul, Austrália, Estados Unidos, Canadá e Europa. O motor 3,6 litros V6 do Captiva é o mesmo que ocupa o Omega, importado da Austrália e comercializado no Brasil. É composto por 24 válvulas e tem a potência de 261 cavalos a 6.500 rpm e torque de 32,95 kgfm a 2.100 rpm. O porta-malas é amplo, com 821 litros de capacidade, podendo chegar a 1.586 litros com os bancos traseiros rebatidos

As dimensões do carro incluem uma distância entre eixos de 2.707 milímetros, comprimento total de 4.576 milímetros, largura de 2.085 milímetros e altura de 1.704 milímetros. O peso é de 1.785 kg na versão 4x2 e 1.850 kg na versão 4x4. Como acessórios, o Captiva conta com sensor de estacionamento traseiro, adesivos refletivos, protetor de soleira metálico das portas dianteiras, estribo lateral cromado, barra transversal de rack de teto cromada, compartimento isotérmico, suporte para casaco e sistema de navegação GPS.

Utilitários esportivos

O gosto norte-americano por carros grandes veio para o Brasil para ficar. "Desesperadas"' com a preocupação global com o consumo de combustível, por causa do aumento do preço do petróleo e das exigências ambientais, as montadoras voltaram o foco para o mercado brasilero, que não está se importando muito com esses fatores. Hoje, o segmento 'reinventado' pelos sul-coreanos virou o "pote de ouro" do setor, principalmente com a expansão do mercado de luxo no país.

Assim, além do Captiva e do Dodge Journey, o mercado nacional abrigará mais um SUV neste semestre, o Ford Edge.

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