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Comércio

Centro de Campo Grande ganha novo espaço de glamour e conforto com Shopping Pátio Central

Construído em uma área de 13.800 m2, o prédio tem 61 espaços para lojas, das quais 38 já foram preen
Construído em uma área de 13.800 m2, o prédio tem 61 espaços para lojas, das quais 38 já foram preen - Divulgação
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O centro de Campo Grande ganhou o Shopping Pátio Central, instalado na Cândido Mariano com investimento de R$ 30 milhões.

Ao contrário de outros condomínios de lojas na região, o local segue os padrões reais de um shopping, com estacionamento, segurança e clima. A diferença é que o Pátio Central vai adotar o horário comercial e funcionar de segunda à sábado, das 8h30 às 19 horas, a exemplo de outras capitais do País com esse tipo de empreendimento no centro.

 O consumidor tem três acessos: um pela Rua Cândido Mariano, e outros pelas lojas âncoras Marisa, na Rua Dom Aquino e Mega Jeans, na Rua 14 de Julho. 
Construído em uma área de 13.800 m2, o prédio tem 61 espaços para lojas, das quais 38 já foram preenchidas nos diferentes segmentos, com 600 empregos diretos gerados. Entre elas, as principais redes comerciais como Anita Calçados e Drogaria São Bento, e algumas lojas nacionais como a TNG.

Entre as consideradas “populares”, a Uze destinada ao vestuário feminino e que oferece produtos com preços atrativos, também revolveu apostar no shopping central. Segundo a gerente, Vandege Aparecida Ferreira, a escolha pelo Pátio é resultado do crescimento da empresa que  inaugurou a terceira loja. 

“Nossa idéia é atrair um público diferente oferecendo preços diferenciados em um ambiente com conforto e seguro”, justificou a lojista. Para o empresário Davi Hashinoto, proprietário da Joiarte, que trocou a rua 14 de Julho, onde a loja funcionava há décadas, pelo Shopping Pátio Central, a troca valeu a pena. 

“Procurávamos um ambiente que oferecesse segurança e conforto aos clientes e amigos. E optamos pelo Pátio Central, por que além de nos oferecer tudo isso em um lugar só e ainda vamos permanecer no centro”, explicou.

De acordo com o administrador do empreendimento Marcelo Fonseca, as lojas que possuem espaço de 30 a 70 metros quadrados com custo de locação incluindo condomínio custam em média R$ 120 mil, isso sem incluir o custo do espaço de R$ 1 mil. 

Na praça de alimentação são 11 restaurantes e lanchonetes: Luigi Pizzas, Bataz (batata assada), Benevitto (cozinha nacional e internacional), Sabores do Oriente (comida chinesa), Hadji (árabe), Flor de Café, além do Dogmais, Giraffa‘s, Estação Zero, Food Express e Shakeria (lanches e fast food).

Ar fresco - Na avaliação do empresário Antoine Chidyac, dono do empreendimento, o diferencial do Pátio será a oferta de um ambiente confortável, seguro e climatizado no centro da cidade, local que atrai o maior número de consumidores. O prédio foi construído em três pisos e foi inaugurado apenas com os dois primeiros em funcionamento. De acordo com Chidyac, uma pesquisa deve direcionar a qual setor será destino o terceiro andar, mas a idéia é fazer do local uma área destinada à cultura, outra novidade em Campo Grande.
Empresário do ramo de importação, Chidyac defende que a ocupação de boa parte dos espaços prova que Campo Grande comporta um shopping ainda maior. “Isso demonstra que a crise não atingiu Mato Grosso do Sul”, conclui. 

Consumidores - Mesmo antes de abrir as portas, curiosos se aglomeravam na frente do shopping. Entre eles a aposentada esteticista Deise Bravo que esperava as portas subirem para conhecer a mais nova instalação do centro.
“Achei ótima a idéia. Faltava um shopping no centro”, afirmou dizendo que espera encontrar no local bons preços. Já aposentada Nair Vicente dos Santos acredita que por ter sido instalado no centro, o Pátio Central vai suprir a necessidade de muitos consumidores de conforto. “O outro shopping é muito longe”, opinou. 

O local oferece ainda estacionamento próprio com 165 vagas para carros e motos, com uma taxa de R$ 3 a cada duas horas.

 

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