21 de outubro de 2020 Grupo Feitosa de Comunicação
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Habitação

Carlos Marun quer R$ 80 milhões da União para 5 mil casas populares

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Fort  Atacadista - 21 ANOS

A Assembléia Legislativa avalia a proposta de incluir uma emenda ao orçamento da União garantindo a destinação de cerca de R$ 80 milhões para construção de 5 mil casas em Mato Grosso do Sul. Segundo o secretário de Habitação, Carlos Marun.

Ainda será discutida a distribuição dos recursos entre os 78 municípios. A intenção é reduzir o déficit habitacional e acelerar a meta da atual gestão, de edificar 40 mil casas em 4 anos.

Neste ano a previsão é encerrar o exercício com um total acumulado de 25 mil unidades, ou seja, mais de 60% da meta cumpridos. Marun afirma que quando a atual gestão teve início, há quase dois anos, o déficit era de 80 mil unidades, mas mesmo quando a meta estiver cumprida não será reduzido à metade porque o crescimento populacional gera novas demandas.

Segundo Marun, as maiores carências no setor habitacional estão em Três Lagoas, em Corumbá e Ladário. Nestes dois últimos municípios há uma atenção especial por conta da presença de famílias morando em áreas de risco. A intenção é erradicar as favelas nestas cidades. Durante a audiência promovida  na Assembléia Legislativa, para discutir o Orçamento Geral da União - exercício financeiro de 2009, os deputados estaduais reivindicaram a apresentação de emendas contemplando três áreas básicas: saúde, habitação e segurança pública. Segundo o relator do Orçamento, senador Delcídio do Amaral (PT-MS), entre as três propostas, é certo que pelo menos uma deve virar emenda, neste caso, na área da habitação.

Segundo ele, os deputados estaduais solicitam verbas para a construção de 10 mil casas em Mato Grosso do Sul.

Delcídio informou que ainda serão analisados tanto o valor que estas casas custarão e quantas poderão ser feitas. Sobre a saúde e a segurança pública, Delcídio informou que vai visitar os dois ministérios para tentar garantir estes recursos já no texto do Orçamento.

Os deputados estaduais alegaram que os recursos são necessários para a compra de equipamentos na área da segurança e para os hospitais e demais unidades de saúde do Estado. De acordo com Delcídio, o fato dessa solicitação de verbas para a habitação ter saído de uma audiência pública, dá respaldo para a busca desses recursos, já que não existe nenhuma garantia de que o governo vá fazer a liberação de dinheiro para estas emendas coletivas.

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