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Campanha

Campanha contra dengue vai dar R$ 93 mil em prêmios

14 setembro 2009 - 17h38
A campanha dará R$ 93 mil em prêmios
A campanha dará R$ 93 mil em prêmios - Divulgação
Fort  Atacadista - 21 ANOS

  A competição visa estimular a manutenção da limpeza dos bairros e dará R$ 93 mil em prêmios aos grupos que reunirem mais material propício a reprodução do mosquito da dengue.

  A antecipação do lançamento da campanha “Campo Grande Unida Contra a Dengue” foi necessária, segundo o prefeito Trad Filho, para “evitar o dissabor que tivemos em 2007”, quando a Capital sul-mato-grossense foi recordista de casos da doença.

  Na época, lembrou Nelsinho, o quadro foi revertido com o envolvimento de todos os secretários e da população, que participou da primeira gincana entre bairros. “Já tínhamos gasto o que tinha e o que não tinha.

  Confesso que primeiro fiquei reticente, quando o secretário [Mandetta] propôs a gincana”, relatou. Ao fim, mais de 30 equipes se inscreveram na competição e o material recolhido pelos grupos – pneus e garrafas – foi vendido. O dinheiro foi revertido na premiação dessas equipes.

  Neste ano, todas a equipes serão premiadas com R$ 1 mil, contanto que completem 80% das provas. Para a 1ª colocada, o prêmio será de R$ 30 mil, R$ 25 mil para a 2ª, R$ 20 mil para a 3ª, R$ 10 mil para a 4ª, R$ 5 mil para a 5ª e R$ 3 mil para a 6ª. As inscrições para a gincana podem ser feitas no site da prefeitura (www.pmcg.ms.gov.br) e vão até o dia 30 de setembro.

  O prefeito disse também que o lançamento precoce da campanha ocorre porque hoje já não “podemos mais nos balizar pelo tempo”. “Não temos nem as estações bem definidas”, afirmou.

  Mandetta ressaltou a preocupação da Saúde Pública com a doença neste ano. Segundo ele, dos quatro tipos de vírus existentes da doença, o Brasil possui três, todos ele isolados em Campo Grande.

  O problema, de acordo com o titular da Sesau, é que todas as pessoas que já tiveram um dos tipos da doença, ao serem contaminadas por outra variedade correm um risco maior de desenvolver o tipo hemorrágico.

  Em 2009, a Capital registrou apenas uma morte em decorrência da doença e tem cerca de 700 casos confirmados. Apesar de não ser um número alto, Mandetta destacou que muitos casos foram confirmados neste período do ano, quando habitualmente há uma queda nas contaminações. O volume atípico de chuvas no mês de agosto (150 mm) contribuiu para o aumento nos casos.

Prevenção

  Para o exemplo “vir de casa”, a Sesau, após receber dos agentes comunitários a informação de que no entorno do prédio havia grande número de copos plásticos, decidiu abolir esse material.

  Segundo Mandetta, a secretaria optou por não usar mais copos plásticos e, a partir de hoje, cada servidor levará sua própria caneca de café, a fim de eliminar um material propício à propagação do mosquito.

  Segundo Trad Filho, em cada ciclo do mosquito da dengue são depositados pela cidade milhares de ovos, que ficam viáveis por 18 meses. Se esses ovos entram em contato com água parada, eles levam apenas dez dias para se transformarem em mosquitos.

  O fumacê realizado pelo município só é eficiente para combater o mosquito. Contra os ovos do mosquito, somente a manutenção das ruas limpas e a colaboração da população podem garantir o sucesso das ações. “Sozinha, a prefeitura não consegue”, lembra Trad Filho.

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