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Saúde

Bronzeamento artificial pode causar câncer, alerta OMS

3 agosto 2009 - 12h43
Sessões para bronzear a pele podem aumentar riscos de câncer de pele e causar envelhecimento
Sessões para bronzear a pele podem aumentar riscos de câncer de pele e causar envelhecimento
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 Fazer bronzeamento artificial antes dos 30 anos pode aumentar em até 75% as chances de ter câncer de pele, segundo estudos da Agência Internacional para Pesquisa do Câncer, ligada à Organização Mundial de Saúde (OMS).

 Na semana passada, o órgão aumentou o nível de alerta dos riscos das câmaras de bronzeamento. A afirmação é feita com base na revisão de 20 anos de estudos feitos em nove países. Apesar do avanço tecnológico das máquinas, pesquisadores observaram que o principal raio emitido é o UVA, causador do caso mais agressivo da doença, o melanoma. Ele responde por 4% dos cânceres de pele, estimados em 6 mil casos por ano.

 Para o médico Dorival Veras Lobão Filho, especialista do Instituto Nacional de Câncer (Inca), as câmaras deveriam ter a venda proibida. "Os raios causam envelhecimento e não há dúvida de que aumentam os riscos de melanoma", disse à Folha de S.Paulo.

 Após o alerta, a Anvisa informou que poderá proibir o bronzeamento para fins estéticos. Atualmente, o método é usado também para tratamento de doenças, como vitiligo. O veto deve ser discutido em reunião amanhã.
 

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