25 de janeiro de 2021 Grupo Feitosa de Comunicação
(67) 99974-5440
(67) 3317-7890
senar curso
Entidade

BB recorre ao CRECI para fomentar crédito imobiliário

Divulgação
MÊS DA ECONOMIA COMPER

Operando há cerca de um mês no SFH (Sistema Financeiro Habitacional), o Banco do Brasil procurou o CRECI/MS para firmar parceria e fomentar as linhas de crédito. No dia 21 de agosto foi firmado um termo de cooperação entre a instituição financeira e o Conselho dos Corretores de Imóveis, na sede da entidade.

Pela parceria, o Conselho se compromete a fornecer seu banco de dados à instituição e o BB fará palestras para divulgar suas linhas. Outras contrapartidas do banco são a possibilidade de seguro de automóvel com desconto de 25% – ao completar a frota de 2 mil segurados entre os associados – financiamento de 100% dos valores de veículos em 72 meses e conta corrente sem manutenção e cartão de crédito sem anuidade.

O termo foi assinado pelo gerente Ricardo Minatto Cabral, representando o superintendente do Banco do Brasil, e pelo presidente do CRECI/MS, Eduardo Francisco Castro. Ele destacou que este é um marco e uma prova do respeito conquistado pelo corretor de imóveis. “O banco nos procurou. Não é apenas uma parceria, é a demonstração pública pelo BB de quanto nossa profissão cresce e é respeitada”, disse.

Ricardo Cabral apresentou os termos da parceria e o analista Régis Gomes de Paula falou sobre as metas do Banco do Brasil e perspectivas de mercado. O BB, que hoje está “na lanterna”, respondendo junto de outras instituições por 3,39% do crédito imobiliário do País, tem como meta ficar em segundo lugar. A Caixa Econômica Federal é a líder, com participação de 63% no mercado, seguida por bancos como Itaú e Unibanco (com mais de 9% cada). A intenção do Banco do Brasil é chegar à segunda posição até 2012.

O foco são famílias que saíram da baixa renda e estão entrando na classe C, cuja renda hoje vai de R$ 2 mil a R$ 4 mil. Em Mato Grosso do Sul o déficit habitacional é estimado em 12,8% em relação às moradias existentes. Para o público visado pelo BB, através do SFH, 45% das casas são de até R$ 80 mil.

Régis de Paula destacou que há um forte indicador de aumento dos financiamentos imobiliários, devido ao “boom” econômico vivido no País. Hoje o Brasil tem apenas 2% do PIB na carteira imobiliária, ao passo em que Países como o México e Chile têm 11%. Estes dois países passam pelo mesmo “boom” de investimentos que o Brasil passa hoje, por isso a previsão é que o valor da carteira imobiliária brasileira cresça em dez vezes nos próximos quatro anos.

Banner Whatsapp Desktop
TJ MS
Senar