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Tecnologia

Apple nega ter ajudado NSA a interceptar dados de iPhones

1 janeiro 2014 - 17h49
Arquivo
A empresa Apple se defendeu da denúncia de que a Agência de Segurança Nacional (NSA) teria trabalhado em 2008 para acessar dados sobre o telefone iPhone, ano de lançamento da primeira versão do celular. A Apple nega ter colaborado em permitir qualquer tipo de acesso espião aos seus dispositivos.  
 
"A Apple nunca cooperou com a NSA para abrir uma porta de acesso a alguns de nossos produtos, inclusive o iPhone", assegurou a empresa em nota emitida da cidade de Cupertino, Califórnia. O comunicado foi publicado nesta terça-feira, dia 31 de dezembro. Segundo a empresa, até o momento, ela não tiveram conhecimento de que algum programa da NSA tenha como alvo os seus produtos. 
 
Recentemente, a revista alemã "Spiegel" e o ativista Jacob Appelbaum divulgaram um documento de 2008 - obtido por Edward Snowden, no qual o serviço secreto norte-americano descreve um módulo de montagem do iPhone. Por meio de um implante chamado "Dropoutjeep", seria possível interceptar a comunicação dos usuários da marca. 
 
De acordo com o documento, a NSA trabalhava somente com o acesso à parte física do aparelho, mas queria desenvolver métodos de acesso à distância, segundo informou a agência alemã DPA.
 
No começo de 2008, a Apple lançou a primeira versão do iPhone ao mercado de celulares, contudo os seus dispositivos e softwares são atualizadas anualmente. No comunicado da Apple, a empresa reforça que continuará utilizando recursos para impedir o avanço de "hackers mal intencionados" e que protegerá os seus usuários de intromissões de qualquer espécie. 
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