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Eleição

Ao menos 9 ministros deverão deixar o governo para disputar eleições

21 janeiro 2014 - 07h03
As eleições de outubro farão com que pelo menos nove dos 39 ministros do governo Dilma Rousseff deixem os cargos para disputar uma vaga em seus estados. A presidente deverá oficializar a saída dos ministros nas próximas semanas, em meio à reforma ministerial que vem sendo costurada com os partidos aliados.
 
Segundo determina a legislação eleitoral, ministros que queiram disputar uma vaga de governador, deputado ou senador precisam se "desincompatibilizar" do cargo até o início de abril, seis meses antes da data do pleito, que este ano será em 5 de outubro.
 
O objetivo, de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), é dar "maior lisura ao processo eleitoral, impedindo que o candidato se utilize da função em benefício de sua candidatura". Apesar de ainda terem um prazo de pouco mais de três meses, vários titulares devem antecipar a saída para organizar suas campanhas.
 
Aos governos estaduais
 
Esse é o caso da ministra Gleisi Hoffmann, braço-direito da presidente no Palácio do Planalto. Ela deixará a chefia da Casa Civil, onde está desde junho de 2011, para disputar o governo do Paraná pelo PT. Gleisi deverá começar a passar o comando da pasta para seu substituto – o atual ministro da Educação, Aloizio Mercadante – já nesta sexta-feira (24), segundo informou o blog da Cristiana Lôbo.
 
Outros três ministros vão concorrer ao governo de seus estados. Alexandre Padilha, da Saúde, vai deixar a pasta que comanda desde o início da gestão Dilma para disputar o comando do Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo.
 
Fernando Pimentel (do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), que também é ministro há três anos, deverá se candidatar ao governo de Minas Gerais.
 
Já Marcelo Crivella, ministro da Pesca e Aquicultura desde março de 2012, pode concorrer ao governo do Rio de Janeiro.
 
Ao Parlamento
 
 
 
 
Dois ministros gaúchos devem concorrer a deputado federal: Pepe Vargas, que comanda o Desenvolvimento Agrário desde março de 2012, e Maria do Rosário, chefe da Secretaria de Direitos Humanos há três anos. Outra possibilidade é que ambos concorram ao Senado.
 
Outros três ministros disputarão uma vaga na Câmara dos Deputados. Aguinaldo Ribeiro (Cidades), à frente da pasta desde fevereiro de 2011, concorrerá pela Paraíba; Gastão Vieira (Turismo), empossado em setembro de 2011, pelo Maranhão; e Antônio Andrade (Agricultura), no ministério desde março de 2013, pode tentar uma vaga de deputado ou vice-governador por Minas Gerais.
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