30 de outubro de 2020 Grupo Feitosa de Comunicação
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André pede a Dilma “oxigênio” da receita do gás

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 O governador André Puccinelli solicitou sexta-feira durante encontro em Foz do Iguaçu com a ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, que o governo federal abra um “tubo de oxigênio” para a economia de MS. De acordo com ele, a volta do fôlego para a arrecadação do Estado está condicionada à normalização da compra do gás natural boliviano. No início do ano, o Estado, cuja receita depende da quantidade de gás importado da Bolívia, foi surpreendido pela redução no consumo, que provoca um rombo de R$ 50 milhões por mês. A primeira redução veio em janeiro: de 31 para 19 milhões de m3. Depois de pressão do governo boliviano, o Brasil aumentou a importação para 24 milhões de metros cúbicos. A redução na compra do gás está sufocando a arrecadação do Estado, com queda de R$ 92 milhões para R$ 42 milhões. “A redução não acontece só por conta da redução do volume, mas também queda no valor de venda do gás que foi de 28%”. A última previsão do governo federal era normalizar a compra do gás até maio.

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