22 de outubro de 2020 Grupo Feitosa de Comunicação
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Lançamento

Andamos no monovolume Honda New Fit

Traseira ficou mais larga e reforça o visual mais esportivo que o anterior
Traseira ficou mais larga e reforça o visual mais esportivo que o anterior - Divulgação
Fort  Atacadista - 21 ANOS

Segunda geração do modelo ficou maior e mais potente.

A Honda não seguiu a cartilha adotada pela maioria das montadoras brasileiras e, em vez de apenas maquiar o Fit com um face-lift, trouxe a segunda geração lançada mundialmente este ano. Com isso, o líder entre os monovolumes compactos cresceu, ganhou potência e ficou com um design mais esportivo. Além disso, passou a ser bicombustível também na versão topo de linha, equipada com o motor 1.5 (os motores 1.4 já eram flex).

Os preços do novo modelo, que concorre com Chevrolet Meriva e Fiat Idea, serão divulgados apenas no Salão do Automóvel de São Paulo, que será aberto ao público no dia 30. O atual modelo do Honda Fit custa a partir de R$ 47,3 mil.

O New Fit (os japoneses adotaram o prefixo em inglês, assim como fizeram no lançamento do novo Civic) será vendido em quatro opções de acabamento: a básica LX (1.4), a LXL (1.4), a EX (1.5) e a topo de linha EXL (1.5). O câmbio automático de cinco marchas está disponível para todas as versões (com trocas no volante no EXL), algo difícil de encontrar até mesmo em alguns sedãs médios, disponíveis apenas com câmbio automático de quatro marchas. Em contrapartida, o revolucionário câmbio CVT (continuamente variável) deixou de ser oferecido no New Fit.

No visual, para reforçar a esportividade, o modelo ganhou traços afilados e dois vincos no capô, enquanto a parte traseira do teto ficou mais baixa (sem comprometer a altura interna). Os desenhos das rodas de liga também mudaram e terão 15 polegadas nas versões LX e LXL (ambas 1.4); e 16 polegadas nas equipadas com motor 1.5 (EX e EXL). O porta-malas passou de 363 litros para 384 litros (21 litros a mais).

Internamente, o monovolume esbanja bom acabamento desde a versão básica que, apesar dos bancos revestidos em tecido, tem peças sem rebarbas e não traz parafusos à mostra. A sensação transmitida aos ocupantes é a de ser um carro de segmento superior, graças ao belo desenho do painel e volante. O único senão fica por conta da falta do sistema de som na versão básica, coberto por uma tampa plástica preta que destoa do harmonioso painel.

O motor 1.4 flex tem 101 cavalos de potência e 13 mkgf de torque enquanto o 1.5 flex rende 116 cavalos e 14,8 mkgf. Apesar dos números próximos, o desempenho, na prática, é bem diferente. Isso ocorre graças à configuração do sistema i-VTEC, que atua sobre o tempo de abertura das válvulas e possui finalidades distintas para cada versão. Enquanto a 1.4 privilegia a economia de combustível, a 1.5 prioriza o desempenho. No test-drive realizado em um autódromo particular no interior de São Paulo (mais para preservar o segredo da novidade que para testar o potencial esportivo dos modelos), as duas versões mostraram um ótimo equilíbrio de suspensão.

Mas a 'briga' maior era para dirigir a versão 1.5 EXL com o Paddle-Shift (borboletas de trocas de marcha no volante). Com rápidas arrancadas, boas retomadas e comportamento surpreendente nas curvas, o modelo causou boa impressão em todos, sentimento que deve ser confirmado a partir de novembro nas concessionárias. Se o Fit já era o líder de mercado e referência de qualidade entre os monovolumes compactos, o New Fit tem tudo para ampliar essa soberania.

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