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Mundo

Ambientalistas denunciam matança de baleias em área protegida na Antártida

6 janeiro 2014 - 07h19
Cassems
Sydney (Austrália) - A organização ambientalista Sea Shepherd denunciou que barcos japoneses mataram baleias no Santuário das Baleias do Oceano Austral, zona que circunda a Antártida, onde é proibida a caça comercial, informou a imprensa local.
 
A frota da Sea Shepherd, composta pelos barcos Steve Irwin, Bob Barker e Sam Simon, promove a sua campanha anual contra a pesca ilegal da baleia na Antártida pelos japoneses. Desde 1987, eles praticam a pesca, alegando fins científicos.
 
A frota japonesa é formada por cinco barcos que se encontram no interior da zona protegida, segundo a organização. A Sea Shepherd divulgou imagens e fotografias de três baleias minke mortas no convés do navio-fábrica Nisshin Maru, além de uma quarta espécie, que estaria sendo abatida quando um helicóptero da Sea Shepherd sobrevoou o navio.
 
"É uma cena horrível, sangrenta e medieval, que não tem lugar neste mundo moderno", disse hoje o presidente da Sea Shepherd Australia, Bob Brown, que acusou o governo australiano de não cumprir a promessa de vigiar a área.
 
A Austrália tinha prometido enviar à Antártida um barco para prevenir a matança ilegal de baleias, mas no mês passado indicou que enviaria um avião.
 
A Sea Shepherd considera que o Japão viola a regra internacional estabelecida em 1986 sobre a pesca comercial de baleias, embora o governo de Tóquio garanta que as capturas têm fins científicos.
 
*Com informações da Agência Lusa
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