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ASSEMBLEIA LEGISLATIVA

Abuso sexual causa impacto irreparável no desenvolvimento da criança

De acordo com a Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH), no Brasil, a cada oito minutos, uma criança é abusada sexualmente

24 maio 2017 - 15h15COM INFORMÇÕES DE AGÊNCIA ALMS
Psicóloga falou sobre os efeitos prejudiciais do abuso sexual nas crianças
Psicóloga falou sobre os efeitos prejudiciais do abuso sexual nas crianças - Victor Chileno/ ALMS
O FLOR DA MATA - NOTICIAS

O abuso sexual de crianças é um dos tipos de maus-tratos mais frequentes, apresentando impacto irreparável no desenvolvimento da criança. Na sessão desta quarta-feira (24/5), a psicóloga e coordenadora do Projeto Nova, Viviane Vaz, apontou os efeitos prejudiciais na vida das vítimas e informou a necessidade do assunto ser levado às escolas particulares e públicas do Estado.

De acordo com a Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH), no Brasil, a cada oito minutos, uma criança é abusada sexualmente. “Ou seja, 180 crimes contra as crianças por dia. 80% dos casos acontecem nos ambientes familiares, tendo como autores padrastos, pais, irmãos e tios. Apenas 20% são praticados por pessoas fora da família. Apenas 2% dos delitos são denunciados e, destes, apenas 9% os autores são condenados“, acrescentou.   

Viviane explicou que as vítimas se encontram em situação de risco e, na maioria dos casos, em silêncio. “Muitas estão escondidas dentro da própria dor. O assunto é pesado e vergonhoso para as crianças. As que não cometem suicídio crescem adultos depressivos, compulsivos ou dependentes químicos”.

O Projeto Nova atende cerca de 30 famílias, em Campo Grande. Segundo a coordenadora, é importante que informações sobre prevenção cheguem às escolas e aos pais. Ela defendeu a aprovação do Projeto de Lei, de autoria do deputado Herculano Borges (PS), que institui o mês “Maio Laranja” e o Dia de Combate ao Abuso e a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes no Estado de Mato Grosso do Sul. Saiba mais aqui.

Para Herculano, os professores precisam identificar as vítimas dentro das salas de aula. “Nosso projeto visa dar publicidade para que se denuncie a violência, uma vez que o silêncio perdoa o agressor e reforça seu poder sobre as vítimas”.     

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