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Festa no Interior

10º Festival de Inverno de Bonito: ACABA canta as cores e as dores da raça pantaneira

30 julho 2009 - 08h00
Edemir Rodrigues
Fort  Atacadista - 21 ANOS
   presenteou o público do 10º Festival de Inverno de Bonito com uma apresentação cheia de simbolismos e que trouxe as canções mais marcantes da carreira do grupo que já está há 40 anos na estrada.

  O ACABA levou o público a uma viagem ao universo pantaneiro, com elementos sonoros que nos remetem aos sons característicos das planícies alagadas do nosso Estado. Durante as quatro décadas de carreira, o grupo foi pioneiro em levantar a bandeira da preservação. Na canção “O Rancho do Jaú”, o ACABA canta: “vamos levantar esta bandeira, a fauna e a flora permanecem em extinção”.

  A noite de homenagem aconteceu em uma noite fria, típica de festival de inverno, com um público vestido de casacos, toucas e chapéus, mas presente e cantando as músicas que marcaram diversas gerações. “Com nossas músicas tentamos entrar na alma deste povo”, é o que dizem do palco “Fala Bonito”, na Praça da Liberdade.

  Cantadores do Pantanal, uma orquestra de violas, violões, metais e bateria, formada por músicos que também são comerciantes, agrônomos, mas acima de tudo artistas. Vestidos de branco no palco eles cantam letras que falam de penas brancas que se movimentam. “Ainda criança aprendi o caminho dos pântanos. Embora sem penas brancas, aprendi a voar”, diz a canção.

  Falando sobre as dores e as cores da raça pantaneira eles se despediram do público do festival, cantando mais uma canção do folclore sul-mato-grossense.
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