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Esporte

É hexa, Mengão

7 dezembro 2009 - 07h25
Flamengo é campeão brasileiro com vitória suada (2 a 1) no Maracanã
Flamengo é campeão brasileiro com vitória suada (2 a 1) no Maracanã
Fort  Atacadista - 21 ANOS

 A cidade se enfeitou desde cedo com as cores vermelha e preta para celebrar o sexto título do Flamengo no Campeonato Brasileiro.  Mais de 80 mil pessoas nas arquibancadas e cadeiras e outras 20 mil do lado de fora já esperavam pelo desfecho da partida mais badalada da última rodada do Brasileiro. 

  O zagueiro Ronaldo Angelim teve responsabilidade direta no sexto título brasileiro do Mengão (embora pelas contas da CBF tenha sido o quinto). Foi dele o gol da vitória, marcado de cabeça, aos 24 minutos do segundo tempo. Ele vai entrar para a história do Flamengo com a força de outro ídolo do clube, o ex-zagueiro Rondinelli.

 “Não tenho palavras para descrever a emoção desse jogo. Ainda mais marcando o gol. Esse dia vai ficar para sempre na memória”, disse o zagueiro.

 Apesar de muita polêmica durante a semana, sobre uma possível facilitação do Grêmio, os jogadores escalados pelo técnico Marcelo Rospide deram uma demonstração de profissionalismo e por pouco não provocaram um novo “Maracanazo”. O Grêmio abriu o placar, com Roberson. Ainda no primeiro tempo, David empatou. O jogo foi bastante equilibrado.

 Os dois principais jogadores do time campeão, Adriano e Petkovic, aqueles que injetaram ânimo nos torcedores quando o Flamengo chegou até a ser cotado como provável rebaixado, tiveram atuação apagada, embora não lhes faltasse esforço. Mas tanto Adriano quanto Pet festejaram demais o título.

 “Vou comemorar como se fosse um título mundial. Foi maravilhoso voltar ao Flamengo, estar nesse grupo. Obrigado a quem me deu essa oportunidade e principalmente à torcida, que nunca duvidou de mim. Sou velho também (como Júnior em 92), mas pela força de vontade me sinto jovem”, desabafou, emocionado, Petkovic, brincando com seus 37 anos.

 A segunda-feira na Gávea vai ser movimentada não apenas pela festa do título, mas também pela eleição do presidente para os próximos três anos. São seis candidatos. “Seja quem for eleito, não pode mexer nessa família que a gente construiu aqui”, disse o lateral Léo Moura, pedindo para que a base campeã nacional seja mantida.

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