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ECONOMIA

Trump, balanços e comércio guiam negócios e bolsas fecham em baixa em NY

19 julho 2018 - 17h45

Os mercados acionários americanos encerraram em baixa o pregão desta quinta-feira, 19, dando atenção às tensões comerciais envolvendo os Estados Unidos e a balanços corporativos mornos, que pesaram no sentimento dos agentes.

O índice Dow Jones fechou em baixa de 0,53%, aos 25.064,50 pontos; o S&P 500 recuou 0,40%, para 2.804,49 pontos; e o Nasdaq baixou 0,37%, para 7.825,30 pontos.

O senador republicano John Cornyn (Texas) divulgou hoje proposta para a primeira grande mudança em décadas em legislações sobre o investimento estrangeiro em solo americano. O acordo fortalece o Comitê de Investimentos Estrangeiros nos EUA (CFIUS, na sigla em inglês) e o sistema de controle de exportações, supostamente para impedir investimentos estrangeiros de países como a China, que poderiam ameaçar a segurança nacional. "Políticas como esta têm um arco tão longo que você não pode pensar em todas as repercussões instantaneamente", disse o trader de ações da Robert W. Baird & Co, Michael Antonelli. "Os investidores vão olhar nos próximos meses para ver o que o projeto significa."

O setor financeiro do S&P 500 liderou as perdas nesta quinta-feira, ao apresentar recuo de 1,44%. Papéis de grandes bancos recuaram depois que o balanço da American Express foi recebido negativamente. A ação da companhia caiu 2,73%, apesar da empresa registrar fortes ganhos com cartões e crescimento de empréstimos. Entre os grandes bancos americanos, o Goldman Sachs caiu 0,70%, o Morgan Stanley cedeu 1,40% e o Citigroup recuou 1,23%. O achatamento da curva de rendimentos dos Treasuries continuou a influenciar as cotações.

De forma breve, os principais índices reduziram as perdas depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, questionou o aumento das taxas de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano). Em entrevista à rede de TV americana CNBC, ele apontou que não está feliz porque o Fed sobe os juros toda vez que a economia americana acelera.

No entanto, as tensões comerciais continuaram a pesar. Trump evocou temores de uma disputa comercial mais intensa com a União Europeia ao ameaçar impor tarifas sobre automóveis importados. Além disso, o republicano reclamou, em seu perfil no Twitter, da multa de US$ 5 bilhões que a UE aplicou ontem contra o Google. "Eles realmente estão se aproveitando dos EUA, mas não por muito tempo", bradou. "Geralmente, as pessoas vão olhar para as tensões comerciais por meio de uma lente negativa", disse o gerente de portfólio da Gradient Investments, Jeremy Bryan. "Essa é uma das coisas que podem sufocar o crescimento global."

Ainda no noticiário corporativo, a Comcast retirou sua oferta para adquirir os ativos da 21st Century Fox, terminando a guerra de lances com a Walt Disney. As ações da Comcast subiram 2,56%, as da Fox recuaram 0,26% e as da Disney apresentaram avanço de 1,30%.

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