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INDUSTRIA

Reformulação da Lei do Prodes garante implantação de novo Distrito Industrial em Campo Grande

O texto será encaminhado à Câmara Municipal para análise dos vereadores

1 dezembro 2020 - 10h03
Distrito Industrial
Distrito Industrial - (Foto: Arquivo/Ilustração)
MÊS DA ECONOMIA COMPER

Pelo menos 40 indústrias de pequeno e médio porte poderão ser atendidas pelo novo distrito industrial de Campo Grande, previsto para ser implementado a partir da aprovação da nova Lei do Prodes. Com 30 hectares, a área reservada para o empreendimento vai funcionar como um parque industrial assistido por sistema viário, água, energia elétrica, iluminação pública, transporte público e saneamento.

O projeto de criação e implantação do Distrito Industrial é desenvolvido pela Prefeitura de Campo Grande, por meio do Grupo Especial de Trabalho (GET) ligado à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e de Ciência e Tecnologia (Sedesc).  O objetivo é atrair empreendimentos, ampliar a oferta de emprego e aumentar a renda da população campo-grandense. O texto será encaminhado à Câmara Municipal para análise dos vereadores.

Com a reformulação do Prodes será possível democratizar o incentivo fiscal. As mudanças ampliarão o incentivo, que não beneficiará apenas indústrias que vêm de fora e grandes empresários. A ideia é garantir incentivo também ao comércio e serviços, para o pequeno, médio e grande empresário.  Com a aprovação da lei, o novo Programa de Incentivos para o Desenvolvimento Econômico e Social de Campo Grande terá efeito automático, reduzindo burocracia e simplificando o processo para concessão de benefícios no prazo de cinco anos.

Integração multimodal

Conforme o projeto, a área reservada para o empreendimento é de excelente posição estratégica, o que muito contribui para o sucesso na implantação do Distrito Industrial, uma vez que fornecerá a infraestrutura necessária para instalação e funcionamento de um parque industrial.

A área fica na mesma região do Polo Empresarial Oeste e está situada na extensão da BR-262, além de estar conectada ao Aeroporto Internacional da Capital. Com a efetivação da Rota de Integração Latino-Americana (RILA) e do Terminal Intermodal de Cargas (TIC), Campo Grande oferecerá uma plataforma logística única no Brasil, operando um grande centro de distribuição, cuja configuração física de armazenagem é destinada à gestão da movimentação e estoque de produtos acabados.

O grande trunfo será a integração multimodal, os incentivos para agregação de valor, a oferta de serviços ligados à atividade e o gerenciamento da carga de modo eficiente e integrado. O hub de distribuição de Campo Grande promoverá o conceito de central de inteligência logística, combinando multimodalidade, telemática (sistemas inteligentes) e otimização de fretes. Por meio do acesso eficiente aos eixos de transporte rodoviário, ferroviário e aeroportuário, permitirá a integração com as principais rotas logísticas nacionais e do Mercosul.

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