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No primeiro trimestre do ano, MS tem a sétima menor taxa de desemprego do País

Segundo a estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistícas (IBGE) divulgada ontem (27), 1,17 milhões de pessoas estavam ocupadas e 153 mil estavam desempregadas

28 novembro 2020 - 08h00Carlos Ferreira
A taxa de desocupação em MS no 3º trimestre de 2020 foi de 11,5%, mantendo-se estável em relação ao 2º trimestre de 2020 (11,4%)
A taxa de desocupação em MS no 3º trimestre de 2020 foi de 11,5%, mantendo-se estável em relação ao 2º trimestre de 2020 (11,4%) - (Foto: Edemir Rodrigues)
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Mato Grosso do Sul garantiu no primeiro trimestre de 2020, a sétima menor taxa de desemprego do País. Segundo a estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistícas (IBGE) divulgada ontem (27), 1,17 milhões de pessoas estavam ocupadas e 153 mil estavam desempregadas.

A taxa de desocupação em MS no 3º trimestre de 2020 foi de 11,5%, mantendo-se estável em relação ao 2º trimestre de 2020 (11,4%). No primeiro trimestredo ano, o Estado tinha a 2ª menor taxa de desocupação do país, no segundo trimestre ele caiu para a 8ª menor taxa e no 3º trimestre subiu uma posição, ficando em 7º lugar. Na comparação com o mesmo trimestre de 2019 (7,5%), houve aumento de 4,0 p.p.

No período, a taxa de desocupação subiu em dez estados e ficou estável nos demais. As maiores taxas foram na Bahia (20,7%), em Sergipe (20,3%) e em Alagoas (20,0%). Já a menor foi registrada em Santa Catarina (6,6%).

A taxa de desocupação nacional chegou a 14,6% no terceiro trimestre do ano, uma alta de 1,3 ponto percentual na comparação com o trimestre anterior (13,3%). Essa é a maior taxa registrada na série histórica do IBGE, iniciada em 2012, e corresponde a 14,1 milhões de pessoas. Ou seja, mais 1,3 milhão de desempregados entraram na fila em busca de um trabalho no País.

Em números absolutos, são 805 mil empregados no Estado, sendo 525 mil no setor privado, 405 mil com carteira assinada e 119 mil sem carteira. O percentual de empregados com carteira de trabalho assinada era de 77,1% do total de empregados no setor privado. É o 9º maior percentual entre os Estados, e ligeiramente acimada média nacional que, nesse trimestre, foi de 76,5%. Os maiores percentuais estavam em Santa Catarina (90,5%), Paraná (85,1%), Rio Grande do Sul (84,3%) e São Paulo (82,3%), e os menores, no Piauí (54,1%), Pará (53,9%) e Maranhão (51,3%).

Informalidade - A taxa de informalidade para MS ficou em 36,6% da população ocupada, apresentando uma queda de 0,3p.p em relação ao trimestre anterior (36,9%). Em números absolutos são 428 mil trabalhadores nesta situação no terceiro trimestre, frente os 430 mil no segundo trimestre.

A taxa de informalidade no Brasil foi de 38,4%. Entre as unidades da federação, o estado tem a 7º menor taxa de informalidade. As maiores taxas foram registradas no Pará (60,9%) e Maranhão (58,8%) e as menores em Santa Catarina (26,9%) e Distrito Federal (28,6%)

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