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No Dia Mundial do Leite, 30% dos laticínios do Estado estão com as portas fechadas

O presidente da Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural), Enelvo Felini, apresentou dados que, segundo ele, demonstram a situação de dificuldade enfrentada pelo segmento

1 junho 2017 - 13h07Da Redação com Assessoria
O deputado Junior Mochi falou sobre a necessidade de engajamento da mão de obra na ponta da cadeia e a perspectiva de que a reforma trabalhista possa mudar a realidade do cenário
O deputado Junior Mochi falou sobre a necessidade de engajamento da mão de obra na ponta da cadeia e a perspectiva de que a reforma trabalhista possa mudar a realidade do cenário - FIEMS

Durante o tradicional “milk break”, realizado todos os anos na Assembleia Legislativa em comemoração ao Dia Mundial do Leite, representantes da cadeia produtiva do segmento leiteiro e deputados estaduais debateram, nesta quinta-feira (1º), assuntos prioritários para assegurar a produtividade, como a pauta tributária, qualificação e reciclagem da mão de obra, e uso de tecnologias. A presidente do Silems (Sindicato das Indústrias de Laticínios de Mato Grosso do Sul), Milene Nantes, destacou a importância dos debates para a competitividade do segmento.

“Este é um momento crucial para o nosso segmento porque o Dia Mundial do Leite culmina em uma série de eventos ao longo da semana, quando todas as atenções estão voltadas para a cadeia produtiva do leite. No caso da indústria, o debate sobre os incentivos para as empresas é essencial e esperamos que essa e outras discussões sejam ampliadas, especialmente na questão do ICMS, e que sejam implantadas outras políticas voltadas para ampliar a competitividade da atividade no nosso Estado”, declarou Milene Nantes.

Anfitrião do evento, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Junior Mochi, falou sobre a necessidade de engajamento da mão de obra na ponta da cadeia e a perspectiva de que a reforma trabalhista possa mudar a realidade do cenário. “É de muita importância nesse momento incentivar que o trabalhador continue interessado em atuar na pecuária leiteira. Vejo que hoje não existe muita gente disposta a trabalhar nesse ramo, mesmo com tantos procurando emprego. Quem sabe a aprovação da reforma trabalhista não mude essa situação, até porque hoje o próprio empregador enfrenta uma série de dificuldades para conseguir manter um funcionário”, exemplificou.

Diretor do Silems e presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Leite de Mato Grosso do Sul, Lineu Pasqualotto, falou sobre o trabalho permanente em busca de ações para fomentar a cadeia produtiva do leite. “A semana é um momento de reflexão e que nos remete a novos projetos. Sempre brincamos que deveria haver, de forma permanente, o ‘Ano do Leite’, principalmente em Mato Grosso do Sul, porque é um trabalho constante a busca por resoluções a apoio a cadeia produtiva, para que ela se mantenha de forma sustentável”, afirmou.

Representando o governador Reinaldo Azambuja, o adjunto da Semagro (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar), Ricardo Senna, reforçou que o Governo do Estado está de prontidão para ouvir as demandas de produtores e empresários. “Sabemos da importância da cadeia leiteira para o desenvolvimento de Mato Grosso do Sul e estamos aqui, à disposição, para somar esforços e elaborar políticas para desenvolver a atividade”, declarou.

O presidente da Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural), Enelvo Felini, apresentou dados que, segundo ele, demonstram a situação de dificuldade enfrentada pelo segmento. “Hoje, 30% dos laticínios do Estado estão com as portas fechadas. Precisamos de políticas mais incisivas para contornar essa realidade”, finalizou.

 

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