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CAMPO-GRANDENSES COM CONTAS PARA PAGAR

Nível de campo-grandenses com dívidas registra o menor índice desde abril do ano passado

O cartão de crédito segue como o principal meio de endividamento, citado por 77,8%, seguido dos carnês, 27,8%. Já os financiamentos de carros representam 14,6% e o financiamento de casa 13,4%

22 fevereiro 2021 - 10h20Da Redação
Desta vez, 57,8% disseram ter compromissos como cheques pré-datados, cartões de crédito, carnês de lojas, empréstimo pessoal, prestações de carro e seguros
Desta vez, 57,8% disseram ter compromissos como cheques pré-datados, cartões de crédito, carnês de lojas, empréstimo pessoal, prestações de carro e seguros - (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Campo-grandenses estão aprendendo a lidar com a crise da pandemia, e o nível de endividados em janeiro na Capital foi o menor desde abril do ano passado. Os dados foram divulgados hoje (22) pela Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor e desenvolvida pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo.

Desta vez, 57,8% disseram ter compromissos como cheques pré-datados, cartões de crédito, carnês de lojas, empréstimo pessoal, prestações de carro e seguros. Uma inflexão que vai na contramão do País, onde o índice cresceu e atingiu 66%.

Se tratando de nível de endividamento com cheques, cartões de crédito, carnês de lojas, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguros, a maioria dos entrevistados (42,2%) apontaram que não tem dívidas desse tipo. Enquanto que 23,3% destacaram que estão pouco endividados e 20% consideram muito endividaos.

Os principais tipos de dívidas são os cartões de crédito (77,8%). Carnês (27,8%), financiamento de carro (14,6%), financiamento de casa (13,4%) e cheque especial (8,7%) são os principais tipos de dívidas da população de Campo Grande.

"Como efeito da pandemia, pode significar que muitas pessoas estão evitando dívidas de longo prazo. Percebemos também que o índice de famílias que informam ter contas em atraso recuou de 34,9% a 32,9% de dezembro para janeiro e uma ligeira redução nos que informam que não terão condições de honrar as dívidas, que está em 11%", pontua a economista do Instituto de Pesquisa ou Desenvolvimento da Fecomércio MS (IPF-MS), Daniela Dias. Este último, bem abaixo do verificado há um ano, de 14,5%.
 

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