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Movimentação econômica de fim de ano em MS deve registrar queda de quase 30%

O estimado é que o fim de ano lucre R$ 691,74 milhões

2 dezembro 2020 - 14h00Da Redação
Só o Natal deve movimentar um volume 29% menor que em 2019
Só o Natal deve movimentar um volume 29% menor que em 2019 - (Foto: Rovena Rosa/ABrasil)
MÊS DA ECONOMIA COMPER

A pandemia da Covid-19 deve fazer com que a economia de Mato Grosso do Sul movimente 28% a menos que no ano passado. Conforme o estudo do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Fecomércio-MS (IPF-MS) e Sebrae-MS, o estimado é que o fim de ano lucre R$ 691,74 milhões.

Só o Natal deve movimentar um volume 29% menor que em 2019 e para o Ano Novo a queda é de 28%, refletindo os efeitos da pandemia, que afetou a renda de muitos e o comportamento cauteloso de outros. O gasto médio apurado é de R$ 913,52 , o que corresponde a 17% a menos que no ano passado.

Dos entrevistados, 35% tiveram a renda achatada, sendo que 3% tiveram contratos suspensos e 4% simplesmente deixaram de ter renda. A pesquisa indica que, ainda assim, desta vez os gastos com comemorações serão maiores que com presentes e o 13º , mais uma vez, vai exercer forte contribuição, uma vez que 44% da população ainda têm recursos do benefício natalino para entrar na conta.

Quanto aos gastos de Natal, devem somar R$ 431,83 milhões em movimentação econômica, dos quais R$ 155,95 milhões em presentes e R$ 275,87 milhões em comemorações. Um dado importante, é que a Black Friday pode ter antecipado R$ 100 milhões em compras natalinas. Roupas, calçados e acessórios devem ser as principais escolhas para presentes, mas 10% ainda não se decidiram.

O preço será o critério de compras para 34%,  seguido dos melhores benefícios para pagamento à vista, citados por 29% dos consumidores. "O atendimento é outro fator importante, uma vez que 29% o citam como critério para tomada de decisão. Esse é um dado muito importante uma vez que 11% ainda não sabem o que devem fazer com o 13º salário e 30% informam que utilização nas comemorações de Natal", diz a economista do IPF-MS, Daniela Dias.

As compras presenciais, em lojas físicas, são citadas como preferência de 71% e os sites a escolha de 25%. Quanto às comemorações, ficarão restritas à família, para 28% dos entrevistados, 49% incluem também os amigos próximos e 21% dizem que nada deve mudar em relação aos anos anteriores, mesmo com a pandemia.

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