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economia

Indicada de Biden ao Tesouro defende aumento do salário mínimo nos EUA

Após defender o pacote fiscal anunciado por Biden, Yellen afirmou que não é o momento de "reter" o apoio dado pelo governo federal a Estados e municípios

19 janeiro 2021 - 14h36
Janet Yellen, indicada pelo presidente eleito dos Estados Unidos Joe Biden para chefiar o Tesouro
Janet Yellen, indicada pelo presidente eleito dos Estados Unidos Joe Biden para chefiar o Tesouro - (Foto: Reuters)
Cassems

Indicada pelo presidente eleito dos Estados Unidos Joe Biden para assumir a secretaria do Tesouro, Janet Yellen defendeu nesta terça-feira, 19, o aumento dos salários mínimos para US$ 15 por hora, proposto no pacote de recuperação da crise do próximo governo americano, que assumirá na quarta-feira, 20. Segundo Yellen, o aumento não só ajudará os trabalhadores do país, como não deve ter grande impacto sobre o emprego nos EUA.

"Estudos recentes feitos em Estados que aumentaram o salário mínimo mostram pouco impacto posterior, se houve algum, sobre o nível de empregos sustentado pela economia", explicou a ex-presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), durante audiência de confirmação no Senado dos EUA.

Apoio fiscal

Após defender o pacote fiscal anunciado por Biden, Yellen afirmou que não é o momento de "reter" o apoio dado pelo governo federal a Estados e municípios.

A fim de dar mais sustentação à economia americana, a indicada para o Tesouro disse que poderia examinar a possibilidade do órgão emitir títulos de 50 anos durante a sua gestão.

Yellen afirmou ainda que, em sua visão, ganhos de capital devem começar a ser taxados "em algum momento". Sobre impostos, a ex-dirigente do Fed defendeu durante a sessão no Senado um sistema tributário em que mais ricos e companhias pagando sua "parte justa".

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