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INDÚSTRIA GRÁFICA

Gráficas de Mato Grosso do Sul preveem campanha eleitoral mais 'pobre' neste ano

Ele ressalta ainda que os candidatos não devem abrir mão da produção em papel, pois é a comunicação mais direta que vai até a mão do eleitor

24 junho 2016 - 09h21Da redação
Presidente da Sindigraf/MS (Sindicato das Indústrias Gráficas de Mato Grosso do Sul), Julião Gaúna.
Presidente da Sindigraf/MS (Sindicato das Indústrias Gráficas de Mato Grosso do Sul), Julião Gaúna.
Cassems

A redução do tempo de campanha e das verbas para os candidatos vai pesar na campanha para eleição de prefeitos e vereadores deste ano e deve impactar em cheio nas indústrias gráficas de Mato Grosso do Sul. O setor prevê uma queda de 30% a 40% no faturamento em comparação a campanhas anteriores, diz o presidente do Sindicato das Indústrias Gráficas de Mato Grosso do Sul (Sindigraf-MS) e da Associação Brasileira da Indústria Gráfica no Estado (Abigraf-MS), Julião Flaves Gaúna.

Além de grandes doadores estárem na mira da PF, a mudança nas regras dos gastos eleitorais definida pela Resolução nº 23.457/2015 do TSE vai limitar os recursos da campanha atual em 70% do que foi usado em 2012. Além disso, o tempo de campanha será reduzido de 90 para 45 dias, começando dia 16 de agosto e terminando no dia 29 de setembro. Dentre as práticas proibidas para para os candidatos estão a distribuição de camisetas, chaveiros, bonés, canetas e brindes.

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