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ECONOMIA

Em dia de Copom e Fed, taxas curtas e intermediárias fecham em baixa

1 agosto 2018 - 16h00
O FLOR DA MATA - NOTICIAS

Os juros futuros fecharam em baixa nesta quarta-feira, 1, nos vértices curtos e intermediários, e com viés de alta na ponta longa, alinhados ao comportamento do dólar e à percepção de que o comunicado da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), que será anunciada a partir das 18h, deve reforçar a ideia de Selic estável em 6,50% nos próximos meses. O comunicado do Federal Reserve, que nesta tarde anunciou que os juros norte-americanos permanecerão inalterados na faixa entre 1,75% e 2,00%, não chegou a influenciar a curva doméstica.

A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) de janeiro de 2019 fechou em 6,620%, (máxima), de 6,622% na terça-feira no ajuste, e a do DI para janeiro de 2020 caiu de 7,89% para 7,86%. A taxa do DI para janeiro de 2021 encerrou em 8,88%, de 8,92% na terça no ajuste, e a do DI para janeiro de 2023 passou de 10,36% para 10,37%. O DI para janeiro de 2025 encerrou com taxa de 11,03% (máxima), de 10,98%.

Como nas sessões anteriores, as taxas futuras sustentaram sua correlação com o câmbio e nesta quarta, na maior parte do dia, em especial pela manhã, o dólar recuou. À tarde, a moeda americana ganhou força, zerando o recuo ante o real, as taxas curtas mantiveram-se em baixa até o fim da sessão, mas as longas fecharam com viés de alta.

Na percepção dos analistas, até agora a semana de decisões de política monetária pelo mundo tem transcorrido sem sustos. O Banco do Japão (BoJ), que ajustou o limite de flutuação dos bônus de 10 anos para até 0,20% e não para até 0,25%, foi menos conservador do que o esperado, enquanto o Fed apenas reforçou a mensagem recente dos seus membros.

Kathy Bostjancic, chefe da área de mercados financeiros nos Estados Unidos da Oxford Economics, avalia que o comunicado enfatizou que os Fed Funds deverão subir em setembro, especialmente ao destacar a expressão "taxa forte" relativa ao ritmo de expansão do nível de atividade nos EUA. "Os mercados podem entender que a expressão "taxa forte" é hawkish, mas não é o caso", apontou Kathy. "O Fed fez uma menção inevitável sobre a alta do PIB de 4,1% no segundo trimestre ante os três meses anteriores em termos anualizados, divulgada na última sexta-feira."

Quanto ao Copom, está mantido o consenso de que a taxa Selic será mantida em 6,50% e que o comunicado deve ressaltar fundamentos que apontam inflação corrente e expectativas futuras em níveis confortáveis e risco menor de impacto do câmbio nos preços, dado que a moeda está comportada e a atividade, fraca.

Às 16h43, o dólar à vista estava cotado em R$ 3,7564 (+0,03%) e o Ibovespa avançava 0,08%, aos 79.280,19 pontos.

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