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Economia

Edil avalia com economistas crise e conclui que ações da prefeitura combatem recessão

Vice-prefeito Edil Albuquerque se reuniu com representantes dos Conselhos Estadual e Federal de Econ
Vice-prefeito Edil Albuquerque se reuniu com representantes dos Conselhos Estadual e Federal de Econ - Divulgação
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O vice-prefeito de Campo Garnde, Edil Albuquerque, se reuniu  com representantes dos Conselhos Regional (Corecon-MS) e Federal (Cofecon - MS) de Economia, de quem ouviu uma análise sobre os reflexos da crise econômica mundial em Campo Grande e as ações implementadas pelo prefeito Nelsinho para fazer frente a elas.

Os conselheiros fizeram uma ampla análise da conjuntura econômica, pinçando questões específicas para a capital. De forma geral, a conclusão foi de que a crise se estende ainda até o final do ano, gerando queda de receita, mas aponta também que ações do poder público - algumas já tomadas pela Prefeitura - podem intervir neste cenário, mantendo aquecida a economia e evitando o maior temor de sua desaceleração: a redução de postos de trabalho.

Presidente da Junta Comercial de Mato Grosso do Sul (Jucems) - e conselheiro do Corecon - o economista Wagner Bertoli disse que as medidas tomadas até o momento pelo executivo municipal tem sido eficazes na redução dos impactos da crise: “O Nelsinho está sendo feliz nesta decisão de investir. Isso atrai empresa e gera empregos”.

O presidente do Corecon, economista Thales de Souza Campos, disse, por sua vez, que a crise é de confiabilidade e que o poder público está tomando providências para que ela seja amenizada: “São investimentos e ações que são importantes neste intuito”.

Na mesma linha, o economista Jorge Tadeu Veneza, Gerente de Atividades do Sebrae - MS e conselheiro do Corecon destacou a estratégia da Prefeitura no combate à crise: “É importante manter estes processos de investimento em infra-estrutura, ações que movimentam um segmento empresarial, a construção civil, que gera muito emprego e, consequentemente, renda”.

Veneza aprovou, ainda, o choque de austeridade proposto pelo prefeito Nelson Trad Filho: “Esta adequação que a Prefeitura está fazendo em seus gastos internos de custeio é muito positiva, canaliza recursos para investimentos que são fundamentais para movimentar a economia”. A análise foi complementada por Campos: “É preciso que o poder público se reorganize e passe a administrar dentro desta nova realidade, com menos recursos, porém com mais inteligência e criatividade”.

Professor da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e conselheiro do Cofecon, o economista Ricardo Senna concorda: “Há a necessidade de repensar a forma como se realizam os gastos públicos, onde vai cortar e, principalmente, manter ou aumentar os investimentos públicos”. Entre as sugestões para incrementar o enfrentamento à crise, uma delas chamou a atenção de Edil Albuquerque: o incentivo para que o poder público priorize as empresas.

Pujança no comércio - Apesar da crise, o comércio campo-grandense vai bem. Dados da Jucems apontam para o crescimento no número de pequenas e micro empresas abertas entre janeiro e fevereiro deste ano em comparação ao mesmo período do ano passado, quando o cenário econômico era de euforia. Segundo Wagner Bertoli, a tendência é de que estes números se repitam em março.

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