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ECONOMIA

Bolsas de NY sobem, com otimismo sobre possível acordo comercial EUA-China

25 fevereiro 2019 - 17h53
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Os mercados acionários americanos encerraram o pregão desta segunda-feira, 25, em alta, mas longe das máximas do dia, apoiados pelo renovado otimismo em torno da possibilidade de um acordo comercial entre Estados Unidos e China. O achatamento da curva de rendimentos dos Treasuries, contudo, voltou ao radar, após o retorno do título de dois anos ultrapassar a taxa da T-note de cinco anos, o que volta a gerar alerta quanto aos riscos de recessão econômica em solo americano.

Mesmo, assim, o dia foi de festa entre os papéis de gigantes de tecnologia, que levaram o índice Nasdaq a fechar em alta de 0,36%, com 7.554,46 pontos. Na Bolsa de Valores de Nova York (Nyse), o tom positivo perdeu ainda mais força e fez com que o Dow Jones chegasse ao fim do dia com 26.091,95 pontos, ou alta de 0,23%, enquanto o S&P 500 subiu 0,12%, para 2.796,11 pontos.

Todo o otimismo dos agentes com as negociações comerciais sino-americanas foi gerado em tuíte do presidente americano, Donald Trump, no fim de semana. Nele, o republicano anuncia o prosseguimento da trégua comercial e o consequente adiamento da elevação de tarifas sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses de 10% para 25%. Trump ainda se reuniu com governadores e reafirmou o otimismo com as conversas entre autoridades americanas e chinesas, que terminaram no fim de semana. "Acabamos de sair de uma grande reunião com a China. Estamos indo muito bem. Foi um fim de semana bastante prolongado. Se tudo der certo, teremos notícias muito importantes na próxima semana ou duas. ... A China tem sido ótima. Queremos fazer um acordo ótimo para os dois países e é realmente o que vamos fazer", disse Trump.

Ele ainda reconheceu que muitos governadores têm questionado o governo sobre a questão chinesa. "Muitos me perguntaram como estamos indo com a China. Seria uma pergunta incomum, mas sei que isso afeta muito alguns Estados. A China está em todo lugar. E eu acho que vocês ficarão muito, muito impressionados com o que vocês verão", afirmou o presidente no encontro com governadores. Isso, no entanto, não surpreendeu alguns analistas.

Os economistas do holandês Rabobank, por exemplo, questionaram se as indicações de Trump seriam um sinal sobre o fim da guerra comercial sino-americana. "A guerra comercial acabou? Nada é assinado ainda; As tarifas dos EUA não estão caindo, apenas não subindo; nós não temos nenhum detalhe; e qualquer negócio real será impossível para a China manter. Fora tudo isso, está tudo bem!", escreveram em nota a clientes.

Já o estrategista-chefe de ações americanas do Morgan Stanley, Michael Wilson, disse que, enquanto a disputa comercial parece diminuir, a relação econômica entre os dois países pode ser prejudicada por muito mais tempo. "É difícil para nós vermos o gênio sendo colocado completamente de volta na garrafa", disse, no que, provavelmente, resultaria em um crescimento mais lento da China e maiores custos para as empresas nos EUA, e, finalmente, pesaria no aumento dos lucros das empresas. Mesmo assim, foi com pensamento positivo que papéis de empresas do setor industrial apresentaram ganhos: General Electric saltou 6,39%, Boeing ganhou 0,67% e Caterpillar teve alta de 1,97%. Alguns dos maiores ganhos, porém, vieram do setor de tecnologia, com Facebook (+1,69%) e Apple (+0,73%) entre os destaques do dia.

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