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ECONOMIA

Bolsas de NY fecham em alta, apoiadas por balanços corporativos

O índice Dow Jones fechou em alta de 0,44%, em 26.428,32 pontos, o S&P 500 subiu 0,77%, a 3.271,12 pontos, e o Nasdaq ganhou 1,49%, a 10.745,27 pontos

31 julho 2020 - 17h06
As bolsas de Nova York fecharam nesta sexta, 31, em território positivo, sustentadas por alguns balanços que surpreenderam positivamente os investidores
As bolsas de Nova York fecharam nesta sexta, 31, em território positivo, sustentadas por alguns balanços que surpreenderam positivamente os investidores - (Foto: Divulgação)
FAMASUL - SENAR

As bolsas de Nova York fecharam nesta sexta, 31, em território positivo, sustentadas por alguns balanços que surpreenderam positivamente os investidores. Com isso, a disseminação da covid-19 em alguns Estados americanos e as dificuldades para se chegar a um acordo por um novo pacote de ajuda para os Estados Unidos tiveram menos peso.

O índice Dow Jones fechou em alta de 0,44%, em 26.428,32 pontos, o S&P 500 subiu 0,77%, a 3.271,12 pontos, e o Nasdaq ganhou 1,49%, a 10.745,27 pontos. Na semana, o Dow Jones caiu 0,16%, o S&P 500 subiu 1,73% e o Nasdaq subiu 3,69%. Já na comparação mensal, os índices acionários registraram ganhos de 2,38%, 5,51% e 6,82%, respectivamente.

Depois do fechamento da quinta-feira, 30, Apple, Amazon e Facebook divulgaram balanços que superaram a expectativa. Com isso, as ações das empresas subiram 10,47%, 3,70% e 8,17%, respectivamente. Entre os setores, o de tecnologia se destacou entre altas em Nova York e o de serviços de comunicação também subiu. Já Alphabet recuou 3,28%, após registrar queda no lucro líquido no segundo trimestre, na comparação anual. Outro papel que se saiu mal após balanço foi a petroleira Chevron (-2,70%).

A disseminação da covid-19 continuava a preocupar. Na Flórida, houve novo recorde diário de mortes pela doença nas últimas 24 horas, e investidores temem que isso afete a retomada. O Wells Fargo comenta, porém, que na Flórida e no Arizona, focos recentes da doença, o crescimento nos novos casos tem desacelerado. Na agenda de indicadores, a renda pessoal no país recuou 1,1% entre maio e junho, acima da previsão de queda de 0,7% dos analistas ouvidos pelo Wall Street Journal. Os gastos com consumo, por outro lado, avançaram 5,6% na mesma comparação.

Durante a tarde, as bolsas chegaram a se firmar em queda, em meio ao noticiário em Washington sobre as dificuldades por um novo pacote de ajuda. O presidente americano, Donald Trump, criticou a oposição democrata, que por sua vez disse que a situação republicana demorou para começar a negociar de fato a questão. Mas ainda houve tempo no mercado acionário para os índices voltarem a subir.

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