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"A Crítica" completa 40 anos em ritmo de transformação

Com circulação aos domingos e distribuídos no início em residências, os exemplares gratuitos sempre foram disputados pelos leitores

1 agosto 2020 - 11h20Da Redação
O fundador, jornalista Luiz Carlos da Silva Feitosa, na confluência da Rua 14 de Julho com a Avenida Afonso Pena, onde se tornou um ponto de encontro para o público campo-grandense ávido por uma leitura dominical
O fundador, jornalista Luiz Carlos da Silva Feitosa, na confluência da Rua 14 de Julho com a Avenida Afonso Pena, onde se tornou um ponto de encontro para o público campo-grandense ávido por uma leitura dominical - (Foto: Arquivo)
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Em 1º de agosto de 1980, exatos 40 anos atrás, a população campo-grandense viu chegar às ruas um novo veículo de comunicação. Com circulação aos domingos e distribuídos inicialmente em residências, os exemplares do jornal “A Crítica” eram disputadíssimos pelos leitores ávidos por informações que os outros jornais não disponibilizavam.

Já na terceira edição, por conveniência da direção da empresa jornalística, optou-se pela distribuição diretamente ao público motorizado que trafegava na confluência da Rua 14 de Julho com a Avenida Afonso Pena. Nascia, com aquele procedimento de entrega, o mais tradicional e longevo esquema de reparte de exemplares de jornais que se tem notícia em qualquer parte do mundo. De tão interessante e eficaz, que aquele cruzamento se tornou o ponto oficial de distribuição gratuita de jornais que foram surgindo ao longo desses 40 anos.

A impressão em preto e branco de “A Crítica”, nos dois primeiros anos de sua existência, acontecia nas oficinas do jornal “O Imparcial” estabelecido em Presidente Prudente, no oeste paulista, distante 435 km de Campo Grande. Posteriormente, em setembro de 1982, já em sede própria na Avenida Júlio de Castilhos nº 1747, um moderno (para a época) parque gráfico foi implementado, porém, ainda produzindo impressão em preto e branco. Só em 1989, importou-se dos Estados Unidos uma moderna impressora rotativa denominada News King, com capacidade para imprimir 20 mil exemplares por hora, com fotos e anúncios coloridos.

 Gráfica do jornal: Nilson Feitosa, Edir Viegas, Enrico Feitosa, Luiz Carlos Feitosa, Antonio, Carlos, Claúdio e Chico

Inovação, perseverança e fé inquebrantável no futuro, eram palavras cativas nas explanações feita pelo jornalista e fundador de “A Crítica”, que hoje (1º) completou 60 anos de idade. “Perseverança, que se traduz na força de vontade em não desistir, mesmo diante das adversidades; Inovar, é o que fazemos sempre ao adotarmos e acompanharmos a evolução tecnológica do setor; E fé no futuro, que se reveste na confiança e no acreditar em nossos descendentes que estão a se interessar na continuidade do empreendimento jornalístico”, pontou o jornalista Feitosa.

O fundador do jornal A Crítica, Luiz Carlos Feitosa

ANO 2020 - As transformações em “A Crítica” são visíveis. Em 1980, não mais que 5 mil leitores por edição; Nas décadas seguintes o crescimento foi gradativo até se estagnar na faixa de 10 mil leitores por volta do ano de 2014. Nessa época já acontecia transição do impresso para o digital, através da rede mundial de computadores, e “A Crítica” já estava em plena dinâmica com a sua home-page www.acritica.net, apresentando as principais notícias de Campo Grande, Brasil e do mundo, de minuto a minuto.

Atualmente a edição impressa de “A Crítica”, que sempre manteve e mantém a liderança entre os jornais semanários, agora ocupa a honrosa terceira colocação entre os jornais digitais mais acessados pela internet no Mato Grosso do Sul, segundo estimativas do Alexa, empresa pioneira no mundo do insight analítico digital.

Não obstante o assunto ser o jornal “A Crítica”, que ora completa 40 anos de existência, não se pode deixar de registrar que aquele veículo embrionário criado em 1980, deu origem ao Grupo Feitosa de Comunicação, que hoje congrega inúmeras emissoras de rádio em frequência modulada com estúdios em Campo Grande, Rio Verde, Paranhos, Inocência, Nioaque, Maracaju e na região da Grande Dourados, sob o comando de Luiz Carlos Feitosa, Elizete Feitosa e o jovem empresário Enrico Carlos Rodrigues Feitosa.

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