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Agronegócio

Organizadores divulgam programação da Showtec 2010

7 janeiro 2010 - 14h00
Fort  Atacadista - 21 ANOS

  A inauguração desse espaço, que funcionará como entreposto de triagem de materiais recicláveis, grandes volumes e resíduos perigosos, será o ponto de partida de uma nova política municipal para resíduos sólidos urbanos.

   Além desse, Campo Grande receberá outros dois Ecopontos ainda em 2010 e o planejamento previsto pelo Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos define ainda a instalação de um ponto em cada região da cidade. O secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, Marcos Antonio Cristaldo, explica que o Ecoponto do Jardim Bálsamo está em fase de licenciamento e já possui um convênio de administração do local.

  O Ecoponto absorverá o material reciclável recolhido por carroceiros e sucateiros, bem como grandes volumes – restos de construção, podas de árvores, sofás velhos – e resíduos pesados ou perigosos, como pilhas, baterias e lâmpadas. A empresa que administra o ponto vai comprar esse material, ou seja, o ponto de viabiliza economicamente ao concentrar o recolhimento dos recicláveis.

  Cristado ressalta que a abertura desses ecopontos não é uma ação isolada, pois integra um segundo programa, o de Coleta Seletiva de Lixo. Com envolvimento das secretarias de Saúde Pública (Sesau), Políticas e Ações Sociais e da Cidadania (SAS), Educação (SED) e Infraestrutura, Transporte e Habitação (Seintrha), o programa inclui também um trabalho extenso de educação ambiental, para o incentivo ao hábito de separação do lixo orgânico do lixo seco. Nos Ecopontos serão feitas as separações de entulho, material reciclável e lixo eletrônico.

  Todas essas políticas estão ligadas também a ativação do aterro sanitário de Campo Grande, construído de acordo com regras ambientais rígidas. Junto do aterro, a prefeitura constrói uma Usina de Processamento de Lixo (UPL), que absorverá a mão-de-obra hoje concentrada no lixão. As licitações para a construção da usina e a compra de maquinário estão em andamento.

  Atualmente, Campo Grande ainda vive um gargalo com o descarte de materiais como entulho. Marcos Cristaldo ressalta, entretanto, que a avaliação da administração municipal é de que qualquer resolução para o problema deve passar antes pela preocupação com o impacto social e, portanto, pela vida dos catadores de lixos.

 

 

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