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AGROPECUÁRIA

Governo lança programa de recuperação de pastagens degradadas

E a meta inicial é recuperar dois milhões de hectares em cinco anos

3 março 2016 - 18h14DA REDAÇÃO
São cerca de oito milhões de hectares de pastagens degeneradas no Estado que devem receber atenção do programa
São cerca de oito milhões de hectares de pastagens degeneradas no Estado que devem receber atenção do programa - Divulgação

O Governo de Mato Grosso do Sul lança na próxima terça-feira (8) o Programa Estadual de Recuperação de Pastagens Degradas para recuperar áreas naturais destruídas e ainda fomentar o agronegócio. Ao todo, são cerca de oito milhões de hectares de pastagens degeneradas no Estado que devem receber atenção do programa, conforme a Secretaria de Estado de Produção e Agricultura Família (Sepaf). E a meta inicial é recuperar dois milhões de hectares em cinco anos.

Prevendo ainda impactos econômicos positivos, como o aumento da capacidade de suporte das pastagens com o incremento da produção de grãos, carne bovina, cana-de-açúcar e até madeira, o programa será gerido pela Sepaf. O incremento do valor bruto de produção pode chegar a R$ 12 bilhões.

Durante a execução do Programa Estadual de Recuperação de Pastagens Degradas ainda está prevista a criação de nove mil empregos diretos, uma vez que o Governo do Estado também pretende incentivar o produtor a manter as áreas recuperadas, explicou o secretário de Estado de Produção de Agricultura Familiar, Fernando Mendes Lamas.

"Através das ações que serão desenvolvidas no processo de recuperação de pastagens degradadas, o Estado vai aumentar a produção de grãos e a produtividade da pecuária. Ou seja, o programa proporciona condições para que a atividade agropecuária seja sustentável, considerando que pastagem degradada é um passivo ambiental e você eliminando o passivo ambiental ganha a economia de Mato Grosso do Sul", afirmou.

Segundo Lamas, é de fundamental importância que o Governo de Mato Grosso do Sul mantenha discussões permanentes sobre o tema, uma vez que o Estado possui 16 milhões de hectares cultivados com pastagens e tem a economia baseada no agronegócio. Para ele, debates sobre o assunto devem ter envolvimento com todos os setores da cadeia – associações, cooperativas, sindicatos, empresas de pesquisa, instituições financeiras, municípios e União.

Funcionamento

Responsável pela gestão do programa, por meio da Sepaf, o Governo do Estado dará incentivos para execução das ações. Aos parceiros, cabe o suporte para que metas sejam cumpridas, com disponibilidade de tecnologias, trabalho de divulgação junto aos produtores ou com ações que objetivam os propósitos do programa. Entre essas finalidades estão a busca pela incorporação ao sistema produtivo, de áreas com capacidade produtiva reduzida; o aumento da produção de alimentos, fibras, energia e produtos florestais; a ampliação da renda nos vários elos da cadeia, para que seja assegurada a competitividade; ampliação do número de postos de trabalho; e incorporação ao sistema produtivo de práticas agrícolas ambientalmente corretas, oferecendo assim maior dinamismo aos setores de produção e consumo de bens de capital e serviço em Mato Grosso do Sul.

O programa é baseado em componentes como a mobilização e capacitação de produtores e técnicos para elaboração e execução de projetos, os financiamentos e os incentivos fiscais e, com especial, atenção a infraestrutura e logística.

Equipes da Sepaf e da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) estiveram envolvidas nas ultimas três semanas com discussões sobre os incentivos do Programa Estadual de Recuperação de Pastagens Degradadas, que devem ser apresentados durante o ato de lançamento no Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo, com a presença do governador Reinaldo Azambuja.

 

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