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Aduana de Mundo Novo/MS tem fila de caminhões com mais de 6 km

A ausência de pessoal nos postos alfandegários e o baixo nível do rio para a barcaça são as principais preocupações

6 dezembro 2020 - 12h00Geliel Oliveira
Imagem Ilustrativa
Imagem Ilustrativa - (Foto: Fom Conradi/Futura Press/Estadão Conteúdo)
MÊS DA ECONOMIA COMPER

Com um fluxo intenso de caminhões vindos do Paraguai, a alfândega de Mundo Novo, município localizado a 389 km de Campo Grande, está sofrendo com a importação de soja em grande volume. A fila já atinge 6 km em 15 dias do lado paraguaio, a ausência de pessoal nos postos alfandegários e o baixo nível do rio para a barcaça são as principais preocupações.

O secretário de Estado da Produção e Meio Ambiente (Semagro), Jaime Verruck afirma que medidas estão sendo tomadas para minimizar essa situação. "Primeiro houve um reforço de equipe, que foram deslocadas de outras superintendencias para Mundo Novo e também uma desburocratização, houve uma portaria para que as superitendencias de Mundo Novo e do Paraná para alterar o transito alfandegario e fazer checagem por amostragem" alega. 

Alem disso foi feito uma orientação ao despachantes já que tinham caminhoes com probelamas de documentação. Verruck espera que com as medidas, apartir de segunda-feira o processo será agilizado.

As cargas que saíram de Salto del Guairá, no Paraguai, têm como rota o posto sul mato-grossense para que a mercadoria seja verificada e lacrada para seguir em direção a Guaíra, no Paraná. Para o secretário, estamos no pico do número de caminhões vindos do Paraguai para o Brasil, em função dos preços e da demanda.

“A fila se formou em função do baixo nível do rio (hidrovia), porque poderíamos trazer boa parte disso por barcaça. Temos caminhões com 5 ou 6 dias parados, eles entram por trânsito alfandegário, depois de lacrados eles seguem para o Paraná”, completa.

Ainda de acordo com Verruck, Além do impacto nos preços dos insumos para os produtores, as empresas transportadoras estão preocupadas com a estadia. Conforme informado, a Receita Federal em Brasília, já foi contatada para pedir reforços.

Atualização 06/12/2020 as 15:20

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