A construção civil respira aliviada com a possibilidade de nova geração de oportunidades de trabalho para este ano. Em entrevista com o presidente do Sinduscon-MS (Sindicato da Indústria da Construção Civil de Mato Grosso do Sul), Amarildo Miranda Mello, comenta as expectativas da categoria para os próximos meses.
“Os indicativos são bons por parte do governo, e estamos próximos de várias reformas que efetivamente são boas para o País. É um setor que gera muita mão de obra com pessoas qualificadas ou não qualificadas, e o governo na área da economia tem mostrado com clareza o que precisa ser feito para que tenha um pouco de fôlego”, diz.
Para Amarildo, o governo precisa economizar no ‘máquina pública’. “O governo precisa economizar para que sobre um pouco de dinheiro para investir no que realmente precisa, como em escolas, rodovias, rede de água. O governo precisa ter ciência que parte desse dinheiro precisa ser gasto com a população, e isso só irá acontecer após reformas que estão por vir”, afirma.
Sobre a solicitação de R$ 12 milhões para a conclusão das obras do Reviva Centro, Amarildo explica que a engenharia é clara. “Não adianta você fazer uma obra de 200 metros quadrados e cobrar 230, pois tudo o que foi feito na obra pode ser atingido a qualquer momento. O projeto do Reviva vai trazer um ganho muito grande para o Centro de Campo Grande. Mas o aditivo, não é a empresa ou o governo que pede. A empresa recebe um processo licitatório que são feitos pelo governo que idealiza o projeto, e a empresa é obrigada a acatar aquele preço”, disse.
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