Em entrevista ao programa “Giro Estadual de Notícias”, do Grupo Feitosa de Comunicação, o desembargador Luiz Gonzaga Marques da Coordenadoria das Varas da Execução Penal de MS, apresentou projetos de ressocialização mantidos pelo TJ e do projeto do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) para a população carcerária em MS.
“Temos que compreender uma situação: os presos cumprem pena e retornam a sociedade, se nós não fizermos alguma coisa oportunizar que essas pessoas possam melhorar, nós vamos fazer com que essas pessoas retornem para a sociedade pior do que entraram e isso não é conveniente para ninguém, pois essas pessoas não vão ficar recolhidas para sempre no sistema prisional”, avalia o desembargador.
“Evidentemente para quem esta cumprindo uma pena possa ter essa oportunidade de ressocialização e um dos meios mais importantes para que isso aconteça é a oportunidade de trabalho que eles recebem. Para aquele que não tem uma profissão e que possa aprender, e aqueles que já tinham possa fazer um aperfeiçoamento”, informa.
O desembargador citou o exemplo na cidade de Coxim (leia matéria ao lado), em que o presídio foi ampliado e reformado com aproveitamento da mão de obra prisional e complementa informando que outras cidades do MS têm a mesma iniciativa. “A ampliação no presídio de Coxim foi concluída na quinta-feira (09) depois de muitas dificuldades. Existem outras cidades que já fizeram ou está com projeto em andamento, como a reforma no presídio feminino de Rio Brilhante. O Estado vem ganhando muitos prêmios devido essa iniciativa”, diz.
