"Temos interesse em levar o PTB ao Governo do Estado". A afirmação foi feita nesta sexta-feira (24) pelo ex-senador federal Delcídio do Amaral, presidente do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) em MS, que participou de entrevista no Giro Estadual de Notícias do Grupo Feitosa de Comunicação.
Delcídio informou que nas últimas eleições o PTB construiu chapas majoritárias com vereadores em 67 municípios. "No Estado o PTB avançou bastante e está se preparando para ter protagonismo forte nestas eleições e nas próximas. Estamos conquistando nosso papel de sempre. O PTB teve senadores, governador, vereadores, prefeito. Tudo bem trabalhado com o apoio do deputado estadual Neno Razuk de Dourados realmente vamos construir um projeto competitivo", salientou.
O presidente do PTB regional ainda destacou que em Campo Grande serão 47 nomes de vereadores . "Já temos a cota de mulheres chapa completa e representantes em todas as regiões da Capital. E mais o PTB vai se alinhar ao projeto do prefeito Marquinhos Trad. Temos certeza que vamos fazer de 2 a 3 vereadores na Capital", acrescentou o ex-senador.
Coronavírus Sobre o momento que o País e o mundo está vivendo o ex-senador afirmou que enfrentamos momento que poucas pessoas imaginariam vivenciar. "O coronavírus é uma pandemia que tomou conta do mundo levando os páises a tomarem medidas severas de isolamento social. Lamentavelmente tem sido uma tragédia. Muitas pessoas morrendo e consequentemente isso traz uma tristeza enorme para as famílias", lamentou Amaral.
Ele lembra que o coronavirus é muito grave e que exige especialmente coordenação das autoridades. "O que me preocupa muito é que isso não está acontecendo no Brasil. O impacto nacional deveria envolver o executivo legislativo judiciário, governadores e prefeitos em ação coordenada de todos e calcada na técnica, na ciência e sem perder de vista a economia", destacou.
"O Brasil vive uma tempestade perfeita com H1N1 coronavírus e influenza e vivendo uma descordenação nas ações necessárias ao combate da doença com reflexos econômicos muito graves. Tudo será muito diferente, o Estado a Nação. Vão mudar relações entre pessoas, valores e o meio ambiente", salientou.
A entrevista completa você confere no player.