O psicólogo Antônio Motti concedeu entrevista na manhã desta quinta-feira (27) ao programa Giro Estadual de Notícias, transmitido simultaneamente para as emissoras do Grupo Feitosa de Comunicação, no qual relatou estar à frente do caso de pedofilia em Campo Grande que envolve o menino Kauan. Motti relata que nos últimos anos tem aumentado o número de denúncia contra pedofilia, e explica que no caso do garoto Kauan, na residência do professor tinha um movimento extenso de crianças e ninguém achava estranho durante muito tempo. Segundo o psicólogo foi necessário acontecer uma tragédia para o suspeito ser denunciado por uma de suas vítimas. Antônio comenta que no caso pode acontecer uma reviravolta pois sem ter provas suficientes que Deivid Almeida seja de fato o autor do crime, podendo até ser absorvido pela morte de Kauan. As investigações ainda não terminaram pois foi encontrado material pornográficos envolvendo crianças e adolescentes na casa do suspeito. Para Antônio é importante ressaltar sobre a pedofilia, e que existe o agressor sexual que não é pedófilo, e existe o agressor pedófilo. De acordo com o psicólogo a Pedofilia é uma doença em que o desejo sexual do indivíduo por crianças não tem o controle, e que pedófilo deveria ser tratado e não preso. Confira: