A advogada Líbera Copettí concedeu entrevista nesta quinta-feira (14) ao programa Giro Estadual de Notícias, transmitido simultaneamente para as emissoras do Grupo Feitosa de Comunicação, no qual comenta sobre a lei do nome afetivo por crianças em processo de adoção, que foi sancionada no dia 12 pelo governador Reinaldo Azambuja.
A lei 5.210 foi aprovada com o objetivo de melhorar a vida das crianças que estão em processo de adoção ou que já foram adotadas. A família que desejar mudar o nome da criança vai poder exigir que nas instituições de ensino a criança possa ser chamada pelo nome afetivo. Essa identificação será apenas social, pois no registro civil o nome não mudará até a adoção efetiva. A partir da aplicação dessa lei, o juiz responsável pela adoção vai inserir o nome afetivo no termo de guarda provisória. Para as famílias que já obtiveram a guarda, basta que os responsáveis informem o nome social para que assim seja efetivado. No registro civil será informado o nome que foi registrado em cartório e logo embaixo o nome afetivo do menor. O MS é o segundo estado que adotou a lei, o primeiro foi o Rio de Janeiro. A partir do conhecimento dessa lei, a advogada Líbera procurou o deputado Beto Pereira, que abraçou a causa juntamente com os demais membros da Assembleia Legislativa.
A advogada comentou ainda sobre o processo de adoção no Brasil, que é burocrático e demorado, e que busca ainda em sua maioria os recém-nascidos, mas essa história vem mudando aos poucos.
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