O dia 29 de outubro é a data mundial em que se lembra a importância do tratamento da psoríase, enfermidade que atinge 125 milhões de pessoas no mundo. A doença não tem cura, mas não é contagiosa.
De fundo emocional ou herança genética, a psoríase foi abordada em entrevista por telefone hoje com a médica dermatologista Laura Furlani. A especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia concedeu entrevista ao programa de rádio Giro Estadual de Notícias e falou sobre a doença.
Furlani explicou que uma das características mais visíveis da psoríase são as coceiras em áreas do corpo com placas de manchas avermelhadas. Elas geralmente aparecem no couro cabeludo, mas cotovelos, joelhos, mãos, unhas e a região genital também podem ser afetados. A extensão da psoríase varia de pequenas lesões localizadas até o comprometimento de toda a pele.
Uma em cada três pessoas com psoríase relata ter um parente com a doença, e acredita-se que até 10% da população geral possam herdar um ou mais genes que predisponham o desenvolvimento da psoríase.
A médica orienta que ao identificar um do sinais, como coceira em placas avermelhadas na pele do couro cabeludo ou outras partes do corpo, seja procurado um dermatologista para realizar exames.

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