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EDUCAÇÃO

Semed e Segurança Pública apresentam programa para coibir violência no ambiente escolar

O programa “Escola Segura, Família Forte” irá atender as demandas das escolas, auxiliando a comunidade escolar no combate e prevenção dos atos de vandalismo, violência e consumo de drogas, problemas recorrentes no âmbito escolar

27 maio 2017 - 11h28
Foi apresentada essa semana, no Centro de Formação, a proposta do programa “Escola Segura, Família Forte”
Foi apresentada essa semana, no Centro de Formação, a proposta do programa “Escola Segura, Família Forte” - Divulgação
O FLOR DA MATA - NOTICIAS

A segurança escolar é uma preocupação constante, tanto das famílias dos alunos quanto das entidades governamentais. Na Rede Municipal de Ensino (Reme) existem diversas parcerias entre a Secretaria de Educação (Semed), pode judiciário e entidades, no sentido de conscientizar alunos e comunidade sobre a necessidade de coibir atos de violência, buscando a conciliação dos conflitos.

Para reforçar os programas já existentes, como o Proerd, que combate as drogas; Justiça Restaurativa, que incentiva a resolução de conflitos através do diálogo e o Proceve, que combate a evasão escolar, foi apresentada essa semana, no Centro de Formação, a proposta do programa “Escola Segura, Família Forte”, iniciativa da Secretaria de Justiça e Segurança Pública e que terá parceria das secretarias municipal e estadual de Educação, envolvendo também, as polícias Militar, Civil e Guarda Civil Municipal (GCM).

Ainda em fase de elaboração, o programa “Escola Segura, Família Forte” irá atender as demandas das escolas, auxiliando a comunidade escolar no combate e prevenção dos atos de vandalismo, violência e consumo de drogas, problemas recorrentes no âmbito escolar.

De acordo com o coordenador do programa, professor Valson dos Anjos, a iniciativa visa um policiamento preventivo, voltado para atender à comunidade escolar, com policiais capacitados para lidar com alunos, pais e professores. “Eles serão preparados para atuar junto da comunidade, criando um vínculo que estabeleça uma relação de confiança e possibilite que, tanto os pais quanto professores, sintam-se à vontade para relatar aos policiais, os problemas que observam no torno da escola”, disse.

Valson pontua que várias reuniões com pais e profissionais da área de Educação estão sendo realizadas para apresentar o programa e captar sugestões que auxiliarão na organização final do projeto. Somente após esses encontros é que o “Escola Segura, Família Forte” será lançado, o que deve ocorrer no próximo mês.

O secretário de Justiça e Segurança Pública do Estado, José Carlos Barbosa, destacou que a união entre comunidade e poder público é a chave para a efetivação do programa. “Temos que somar nossos esforços e trazer para a discussão outros problemas que influenciam na violência praticada no âmbito escolar. Temos que entender o que leva um jovem a destruir uma escola, que não percebe que está destruindo seu futuro. A escola é a única perspectiva que ele tem em termos de recuperação”, disse.

Uma das ideias, segundo o secretário, é convidar os oficiais da reserva para integrar o programa, além de viabilizar viaturas específicas e até mesmo criar grupos em redes sociais para discutir o problema e relatar os pontos onde há ocorrências.  “São propostas, estamos analisando sugestões”, enfatizou.

O secretário municipal de Segurança e Defesa Social, Valério Azambuja explicou que atualmente a Guarda Civil Municipal de Campo Grande promove rondas durante todo dia e no período noturno no entorno das escolas onde não há efetivo da Guarda de plantão.

Ele afirmou que a partir do momento em que a Guarda Civil adquirir duas novas motos e quatro viaturas, ela irá incrementar o patrulhamento ostensivo nas escolas municipais, Ceinfs, além de unidades de saúde e praças.

A secretária municipal de Educação, Ilza Mateus, ponderou que a participação dos pais será o diferencial do programa, por isso alertou sobre a importância dos poderes envolvidos ouvirem as reivindicações e sugestões da comunidade. “Temos que debater o assunto porque apesar da competência das autoridades, o cidadão pode nos apontar os problemas que rondam a escola, como os terrenos baldios e falta de iluminação, que transformam o ambiente propício à prática de crimes”, afirmou.

Ilza Mateus ainda ressaltou que é possível realizar ações, apesar das restrições impostas pela crise econômica. “Vamos identificar os problemas e fazer o que é possível, mas temos que começar de alguma forma e mostrar que estamos empenhados em coibir todo tipo de crime no ambiente escolar e em seu entorno”, finalizou.

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