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SAÚDE

Prepare-se e cuide de sua alimentação: as festas juninas estão chegando

Médica nutróloga dá dicas para que, mesmo com as comidas típicas, você se sinta bem durante os festejos

31 maio 2016 - 11h30Da redação com informações da assessoria
A maioria das comidas típicas é saudável, mas é preciso ter atenção à quantidade e a forma de preparo.
A maioria das comidas típicas é saudável, mas é preciso ter atenção à quantidade e a forma de preparo. - Reprodução

O mês de junho é repleto de tentações gastronômicas, o que dificulta a manutenção de uma alimentação equilibrada e a perda de peso: é época das tradicionais Festas Juninas. Como as comidas típicas costumam ser muito calóricas, colocar em prática algumas estratégias alimentares pode ajudar a melhorar a saciedade e a gastar o que foi consumido. A dica da Dra. Veruza Sampaio, médica nutróloga da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), é fazer uma substituição dentro do mesmo grupo de macronutrientes. Por exemplo, ao ingerir o milho e seus derivados, o ideal é que outros carboidratos, como pão, arroz e macarrão, sejam evitados ao longo do dia. Ela também comenta que é possível manter a composição corporal “aproveitando o efeito térmico das danças típicas para aumentar o gasto calórico e fazendo escolhas certas de ingredientes na hora de preparar os quitutes juninos”.

Veja algumas dicas da médica nutróloga: 

-Usar ingredientes de boa procedência (em geral são perecíveis);
-Optar por gorduras mais saudáveis como a ghee ou o óleo de coco;
-Buscar carboidratos de menor índice glicêmico, mais ricos em fibras;
-Enriquecer com fontes proteicas de melhor valor biológico;
-Preferir menores quantidades de sal, açúcar, ingredientes desnatados ou lights.

 A maioria das comidas típicas é saudável, mas é preciso ter atenção à quantidade e a forma de preparo. A especialista comenta que o amendoim e a pipoca são os alimentos mais saudáveis da lista de guloseimas – em função da boa oferta de fibras, de proteínas, de gorduras ditas “boas” em associação a vitaminas, minerais e antioxidantes, como a luteína da pipoca e o resveratrol da casca do amendoim.

Comi demais. O que fazer? 

Se você ‘enfiar o pé na jaca’, a Dra. Veruza Sampaio diz ser possível reverter o quadro, mas a depender do estilo de vida e da taxa metabólica de cada um. O ideal é procurar um médico nutrólogo para fazer os devidos ajustes e as adaptações necessárias a cada perfil de pessoa. 

“Nos dias seguintes é importante reduzir a quantidade de calorias/dia, investir na qualidade alimentar, hidratar mais e essencialmente aumentar o gasto calórico através do efeito térmico do exercício, que vai desde a levantar-se mais da cadeira até intensificar o exercício na academia e também aproveitar mais o efeito térmico da digestão alimentar, mastigando melhor e fracionando adequadamente as refeições ao longo do dia.”

 

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