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FINANÇAS

Palestra gratuita ensina mulheres a lidar com preconceitos financeiros

Quem estiver por SP no dia 3 pode participar da palestra "Eu mereço ter dinheiro", com orientações para as mulheres que querem alcançar o equilíbrio financeiro

1 março 2016 - 11h40
A mulher tem que trabalhar igual ou mais que o homem (ainda há casos em que ela é responsável pelos trabalhos da casa), muitas vezes por preconceito ganha menos, tem que administrar as finanças e ainda é considerada a gastona. Tudo isso só mostra que aind
A mulher tem que trabalhar igual ou mais que o homem (ainda há casos em que ela é responsável pelos trabalhos da casa), muitas vezes por preconceito ganha menos, tem que administrar as finanças e ainda é considerada a gastona. Tudo isso só mostra que aind - Reprodução
O FLOR DA MATA - NOTICIAS

Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, acontece no dia 3 de março em São Paulo a palestra gratuita "Eu mereço ter dinheiro!". Produzido pela DSOP, o evento  acontece na Av. Paulista, 726, conj.1305. As inscrições devem ser feitas pelo telefone 11 3177-7800 ou pelo site www.dsop.com.br. Na ocasião, serão passadas orientações paras as mulheres que desejam alcançar o equilíbrio financeiro e manter as finanças em ordem.

Educação financeira para mulheres?

Mas, por que o sexo feminino precisa de um evento de educação financeira só para ele? As mulheres modernas atravessam um momento no qual estão tomando conta, cada vez mais, das finanças pessoais e das famílias. Se antes os homens é que controlavam os gastos, hoje, a situação é completamente diferente. Além disso, já há algum tempo, as mulheres também conquistam cargos de destaque no mercado de trabalho.

“Atualmente, vejo que a educação financeira tem que dar um foco especial para as mulheres, principalmente, por ainda serem alvo de grande preconceito, tanto em suas casas, onde piadas machistas como “eu ganho e ela gasta”, ainda são comuns e, principalmente, no mercado de trabalho, no qual os salários ainda não se equipararam”, alerta o educador financeiro Reinaldo Domingos, autor do livro Eu mereço ter dinheiro!, que fala de finanças para o mundo feminino.

Enfim, a mulher tem que trabalhar igual ou mais que o homem (ainda há casos em que ela é responsável pelos trabalhos da casa), muitas vezes por preconceito ganha menos, tem que administrar as finanças e ainda é considerada a gastona. Tudo isso só mostra que ainda temos muito que evoluir em relação ao tema.

Infelizmente, como reflexo de todas as novas e velhas demandas direcionadas às mulheres, o que se observa é que hoje elas estão se endividando mais que os homens, existindo até mesmo pesquisas que apontam esse fato. "A primeiro passo para reverter toda a situação é buscar a igualdade, tanto salarial, como em relação às obrigações domésticas. Isso, com certeza, não será simples, mas se não começar agora, nunca haverá mudança", conta Reinaldo Domingos.

O segundo passo é, paralelamente, passar a ter um cuidado redobrado com as finanças. "O que ocorre é que o sexo feminino está na linha de frente da cadeia comercial. Um exemplo: quando as famílias necessitam comprar algum produto doméstico, geralmente, quem vai atrás dessa ação são as mulheres, a mesma coisa em relação aos alimentos, roupas e medicamentos. Ponto que destaco é o fato de ser fundamental que, com todas essas obrigações, a mulher não perca o direito de ter os seus próprios sonhos", alerta o educador financeiro.

“Só com o sonho que elas conquistarão a independência financeira. Com a definição dos sonhos, as mulheres saberão o quanto necessita para atingi-lo e, com o simples exercício de registrar mensalmente todos os seus gastos num bloco de anotações, descobrirão no que poderão economizar para realizá-los. E isso tudo sem ter que eliminar gastos que geram prazeres e que também têm relevância para suas vidas, como produtos de beleza, roupas, etc.”, explica Reinaldo Domingos.

Contudo, mesmo que seja importante comprar o que se deseja, o educador financeiro reforça a importância do consumo consciente, observando que, muitas vezes, no impulso de comprar e de se manter dentro da moda, compram coisas que não eram realmente importantes e pior, que nunca usarão. “É mais comum do que se imagina ouvir pessoas falando que tem roupas no guarda-roupa que nunca usaram e isso é um desperdício de dinheiro”, alerta.

Para combater esse problema, o autor do livro Eu mereço ter dinheiro! (Editora DSOP) listou algumas perguntas que devem ser feitas antes de qualquer compra:

    Eu realmente preciso desse produto?

    O que ele vai trazer de benefício para a minha vida?

    Se eu não comprar isso hoje, o que acontecerá?

    Estou comprando por necessidade real ou movido por outro sentimento, como carência ou baixa autoestima?

    Estou comprando por mim ou influenciado por outra pessoa ou por propaganda sedutora?

Se mesmo diante deste questionamento, a pessoa concluir que realmente precisa comprar o produto, seria prudente fazer mais algumas perguntas como:

    De quanto eu disponho efetivamente para gastar?

    Tenho o dinheiro para comprar à vista?

    Precisarei comprar a prazo e pagar juros?

    Tenho o valor referente a uma parcela, mas o terei daqui a três, seis ou doze meses?

    Preciso do modelo mais sofisticado, ou um básico, mais em conta, atenderia perfeitamente à minha necessidade?

 

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