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SUSTENTABILIDADE

Estácio inova com construção verde

Seguindo tendência mundial, a sala de aula modular é uma alternativa sustentável, moderna e inteligente para quem quer construir em tempo recorde e com redução dos impactos ambientais.

20 janeiro 2016 - 10h00Da redação com informações da assessoria
Divulgação
O FLOR DA MATA - NOTICIAS

Quando se fala em reforma ou construção, pensamos em cimento, areia, pedras, sujeira e o custo elevado com água e energia. Mas para quem opta pela construção civil modular é possível aliar economia e redução do impacto ao meio ambiente. Foi pensando nisso que a Faculdade Estácio de Sá Campo Grande inaugura, ainda neste mês, seis salas de aula seguindo as normas das construções verdes.

Os containers na construção civil no Brasil eram utilizados somente como depósito do canteiro de obras. Com o tempo foi ganhando espaço também como elemento arquitetônico. É o que conta a professora Juliana Pires Escandolhero, coordenadora do curso de Engenharia Civil da Estácio. Segundo ela, “a construção modular faz parte da nova tendência mundial por contemplar rapidez, praticidade e sustentabilidade, sem perder a beleza dos projetos e garantindo a segurança dos trabalhadores no canteiro de obras”.

A professora Karla Ledesma Nadai, coordenadora do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da Estácio, explica que o segmento de construção está cada vez mais voltado para o desafio de redução dos impactos ao meio ambiente. “Os módulos educacionais são excelentes porque não deixam resíduos, um dos maiores problemas da construção civil”.  A engenheira explica que as sobras de madeira, concreto e materiais de acabamento se tornam lixo e, na maior parte das vezes, vão para a natureza sem qualquer tratamento.

Segundo Stephan Filippo, diretor geral da Instituição, a Estácio está em fase de expansão em Campo Grande, tendo em breve um novo campus na Capital. “Com o aumento expressivo da quantidade de cursos, alunos e professores, o módulo educacional foi a melhor alternativa no momento, antes da mudança para o novo prédio.” Há também uma função pedagógica, complementa Stephan, “como uma das marcas da Estácio é a inovação, a ideia é proporcionar aos alunos a vivência de estar em salas de aula construídas com tecnologia moderna e funcional, possibilitando que o futuro profissional lance um olhar sobre a própria atuação no mercado de trabalho, com o compromisso de criar soluções para os problemas ambientais e sociais que irá encontrar”.

Para Guilherme da Silva, supervisor técnico da Polibox (www.polibox.ind.br), empresa responsável pela obra, a construção modular tem tratamento acústico e térmico, comportando equipamento de ar condicionado e iluminação. “As peças são fabricadas de forma ecologicamente correta, com materiais recicláveis ou de áreas de reflorestamento”. Guilherme comenta que a construção modular tem vida de 40 anos, apesar de existirem edificações com essas matérias-primas com mais de 60 anos sem apresentarem desgastes significativos. “Por se tratar de construção modular, expandir o tamanho da edificação pelo acréscimo de módulos é relativamente simples, comportando até mesmo segundo andar. O módulo pode ser desmontado e transportado para outros espaços, sem perder a qualidade e a garantia”, finaliza.

 

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