Felipe Alencar | 02 de fevereiro de 2026 - 11h40

Ex-seleção brasileira ironiza Vini Jr. e critica atual geração do Brasil

Ex-meia Giovanni afirma que craque do Real Madrid tem impacto limitado e aponta ausência de líderes técnicos

FUTEBOL
Destaque do Real Madrid, Vinicius Júnior esteve em campo no último fim de semana. - (Foto: Reprodução)

O ex-jogador Giovanni causou repercussão ao avaliar de forma crítica o desempenho de Vinicius Júnior. Em entrevista ao programa Benja Me Mucho, apresentado pelo jornalista Benjamin Bach, no YouTube, o ex-meia de Santos, Barcelona e seleção brasileira afirmou que o atacante do Real Madrid é um jogador “normal” e não decisivo.

A declaração chama atenção pelo contexto. Vinicius Júnior foi eleito o melhor jogador do mundo pela Fifa na temporada de 2024 e é um dos principais nomes do elenco do Real Madrid. Ainda assim, Giovanni minimizou o impacto do brasileiro em campo e apontou limitações no estilo de jogo.

“Normal. No Real ele tem uma outra importância. É um atleta limitado. É mais drible em velocidade, só. Se você colocar um cara forte e rápido com ele, para mim, ele não vai fazer nada”, afirmou o ex-jogador durante a entrevista.

Giovanni também ampliou a crítica para a atual seleção brasileira. Segundo ele, falta um jogador realmente decisivo, capaz de desequilibrar partidas em momentos-chave, como ocorria em gerações anteriores. “Vai passar algumas jogadas, sim. Mas ele não é um cara decisivo. Hoje na seleção nós não temos caras decisivos. Sabem jogar com a bola no pé, mas não tem um cara como nós tínhamos, como Ronaldinho Gaúcho, Rivaldo, Romário, Ronaldo. Não tem”, completou.

As declarações contrastam com o momento recente de Vinicius Júnior no futebol europeu. No último domingo (1º), o atacante foi um dos destaques da vitória do Real Madrid por 2 a 1 sobre o Rayo Vallecano, pelo Campeonato Espanhol, ao marcar um golaço ainda no primeiro tempo.

Giovanni foi revelado no futebol paraense, ganhou projeção nacional com a camisa do Santos e construiu carreira de destaque na Europa, especialmente por Barcelona e Olympiacos, onde recebeu o apelido de “Messias”. Pela seleção brasileira, disputou a Copa do Mundo de 1998.