30 de janeiro de 2026 - 16h00

Escola Judicial abre ano letivo de 2026 com palestra de Luiz Felipe Pondé em Campo Grande

Evento da Ejud-MS acontece no dia 5 de março, no TJMS, e é aberto a magistrados, servidores e público externo

PODER JUDICIÁRIO
Filósofo Luiz Felipe Pondé ministra palestra inaugural do ano letivo de 2026 da Escola Judicial de MS. - Foto: Divulgação/ TJMS

A Escola Judicial de Mato Grosso do Sul (Ejud-MS) realiza no dia 5 de março, às 19h, a Palestra Inaugural do Ano Letivo de 2026. O evento será realizado no Plenário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), em Campo Grande, e marca oficialmente o início das atividades acadêmicas da instituição neste novo ciclo.

A conferência inaugural será ministrada pelo filósofo, escritor e professor universitário Luiz Felipe Pondé, um dos intelectuais mais conhecidos do país. Doutor em Filosofia pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (USP) e pós-doutor pela Universidade de Tel Aviv, em Israel, Pondé é reconhecido por análises críticas sobre ética, cultura, comportamento humano e responsabilidade individual.

Durante a palestra, o convidado abordará reflexões voltadas à formação intelectual e ética, temas que dialogam diretamente com os desafios contemporâneos do Poder Judiciário. A proposta é provocar o público a pensar sobre o papel das instituições, das escolhas individuais e da atuação profissional em um contexto social cada vez mais complexo.

A atividade é aberta a magistrados, servidores do Judiciário e também ao público externo interessado. Para participar, é necessária inscrição prévia, já que as vagas são limitadas. A organização orienta que os interessados façam o cadastro com antecedência para garantir presença no evento.

A abertura do ano letivo da Ejud-MS é considerada um momento simbólico para a comunidade jurídica sul-mato-grossense. Além de marcar o início das atividades formativas, o evento reforça o compromisso da Escola Judicial com a qualificação permanente, a reflexão crítica e a valorização do conhecimento como instrumento de aprimoramento da Justiça.