Time de MS viaja 2,8 mil km para tentar reagir na Superliga B
Sesc MS Vôlei encara Apade, em Belém, após cinco derrotas seguidas e sob pressão por reação na tabela
SUPERLIGA BO Sesc MS Vôlei terá um dos deslocamentos mais longos da temporada para tentar mudar o cenário na Superliga B Masculina. A equipe de Campo Grande enfrenta neste domingo (11), às 17h (horário de Mato Grosso do Sul), o Apade Vôlei no ginásio do Sesi, em Belém (PA), cidade que fica a cerca de 2,8 mil quilômetros da capital sul-mato-grossense. Além do desafio técnico, o confronto funciona como teste físico e logístico para um elenco que viaja longe carregando também a pressão pelos primeiros resultados positivos.
O adversário chega mais confortável na tabela. Depois de perder na quinta rodada para o Araguari Vôlei por 3 sets a 1, o Apade ainda aparece na parte de cima da classificação. O time paraense é o quinto colocado, com três vitórias e duas derrotas em cinco partidas, somando nove pontos, e é o único representante da região Norte na edição 2025/26 da Superliga B.
Do outro lado, o momento do Sesc MS Vôlei é bem mais delicado. A equipe soma apenas um ponto e ainda não venceu na competição, com cinco derrotas em cinco jogos. Na última quarta-feira (7), o time esteve perto do primeiro triunfo, mas acabou superado pelo Aprov Chapecó por 3 sets a 2, no ginásio do Colégio Oswaldo Tognini, em Campo Grande, em partida decidida apenas no tie-break.
Com cinco dos 13 jogos previstos já realizados na primeira fase, o Sesc MS Vôlei ocupa a penúltima colocação da tabela, dentro da zona de rebaixamento para a terceira divisão do voleibol nacional. A partida em Belém é tratada internamente como chance para tentar iniciar uma reação, ganhar confiança e manter vivo o objetivo de permanecer na divisão.
De acordo com as estatísticas coletivas da Superliga B, o time sul-mato-grossense venceu apenas três sets e perdeu 15 até agora, com 370 pontos marcados nas cinco partidas disputadas. Os números refletem o início difícil de campeonato, mas também ajudam a dimensionar o tamanho do desafio que o Sesc MS Vôlei tenta encarar logo após uma das viagens mais longas da competição.