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INFRAESTRUTURA URBANA

Prefeitura fecha 60 mil buracos em Campo Grande desde janeiro

Força-tarefa atua nas sete regiões; chuvas intensas dificultam avanço dos serviços

20 fevereiro 2026 - 17h15Douglas Vieira
Força-tarefa da Sisep já fechou 60 mil buracos nas sete regiões de Campo Grande.
Força-tarefa da Sisep já fechou 60 mil buracos nas sete regiões de Campo Grande. - (Foto: Reprodução PREFCG)

A Prefeitura de Campo Grande fechou 60 mil buracos desde o início deste ano nas sete regiões da cidade. O número é resultado da força-tarefa coordenada pela Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep), que tem priorizado a manutenção da malha asfáltica da Capital.

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Somente em fevereiro, a média foi de 2,1 mil buracos tapados por dia. Em janeiro, o ritmo também foi elevado, com mais de 1,4 mil reparos diários. Segundo o secretário municipal Marcelo Miglioli, o total já contabilizado pode ser ainda maior.

Estratégia para melhorar o asfalto - De acordo com Miglioli, quando há vários buracos próximos, as equipes fazem um recorte maior na via para unificar os pontos danificados, em vez de realizar pequenos reparos isolados. A medida busca aumentar a durabilidade do serviço e garantir mais segurança para motoristas e pedestres.

“Nossas equipes estão empenhadas em acelerar o serviço de tapa-buracos para garantir à população as nossas vias em boas condições de trafegabilidade”, afirmou o secretário.

A ação envolve diferentes frentes de trabalho espalhadas pela cidade, com prioridade para trechos mais críticos.

O principal obstáculo neste momento são as chuvas intensas que atingem Campo Grande. Segundo o secretário, o excesso de água compromete o andamento dos trabalhos e pode interromper serviços já iniciados.

“Não há como usar a massa asfáltica com chuva ou com o solo molhado. Ela tem que estar em temperatura adequada, que é entre 110ºC e 177ºC”, explicou.

Caso o material seja produzido e não possa ser aplicado nas condições corretas, ele precisa ser descartado, pois não pode ser reutilizado no dia seguinte. Para evitar desperdício, as empresas responsáveis fazem os pedidos às usinas de asfalto com base na previsão de uso diário.

Ainda conforme Miglioli, as chuvas dos últimos meses têm sido intensas e concentradas em curtos períodos, o que sobrecarrega temporariamente o solo e contribui para o surgimento de novos buracos.

Mesmo com as dificuldades climáticas, a prefeitura afirma que mantém o cronograma de manutenção, buscando minimizar os impactos no tráfego e melhorar as condições das vias urbanas.

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