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QUEIMADAS

Operação Pantanal II adota nova estratégia para impedir avanço do fogo

Os esforços se concentram agora na linha de fogo que há três dias avança pela vegetação nativa da Reserva Particular do Patrimônio Natural Eliezer Batista

28 setembro 2020 - 10h03
Bombeiros trabalham no combate a um incêndio
Bombeiros trabalham no combate a um incêndio - (Foto: Mauro Pimentel / AFP)
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A partir desta segunda-feira, dia 28, a Operação Pantanal II, para controlar os focos de incêndios florestais que se propagam no entorno da Serra do Amolar, Pantanal de Corumbá, passa a contar com mais duas aeronaves. Um helicóptero do ICMbio e um Air Tractor contratado pelo Estado vão combater o fogo com lançamento de água.

Os esforços se concentram agora na linha de fogo que há três dias avança pela vegetação nativa da Reserva Particular do Patrimônio Natural Eliezer Batista, onde já teria consumido 10 mil hectares.

Para isso, uma nova estratégia foi adotada por bombeiros e brigadistas: a ação na área crítica, entre as baias do Mandiore e Taquaral é uma linha negra de fogo – nome que se dá a uma faixa intencionalmente queimada, geralmente utilizada para alargar a linha de defesa para evitar, com segurança, que o incêndio a ultrapasse aquele ponto.

O objetivo é impedir que o fogo chegue à morraria do Amolar, com risco de avançar para mais duas unidades de conservação.

Como parte da nova estratégia, o avião Air tractor iniciou sua operação na tarde de domingo, com lançamento de água na linha de fogo que ameaça as unidades de conservação. Nesta segunda, integra a operação um helicóptero o ICMbio com bolsa para lançamento de água, que vai reabastecer na Serra Negra – a área az parte da rede de proteção e conservação da Serra do Amola.

As ações de combate e controle dos focos de calor no Amolar já duram uma semana.

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