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ELEIÇÕES 2026

Zema nega negociação para ser vice de Flávio Bolsonaro e mantém pré-candidatura

Governador de Minas descarta articulação citada por Ciro Nogueira e diz que seguirá como cabeça de chapa

12 janeiro 2026 - 15h30Alisson Lacerda
Governador de Minas Gerais, Romeu Zema, afirmou que seguirá como pré-candidato à Presidência da República
Governador de Minas Gerais, Romeu Zema, afirmou que seguirá como pré-candidato à Presidência da República - Foto: Imagem ilustrativa/ A Crítica

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), negou nesta segunda-feira (12) qualquer negociação para integrar uma eventual chapa presidencial como vice do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A declaração ocorre após o presidente do Progressistas, Ciro Nogueira (PI), defender publicamente a união entre os dois nomes como estratégia eleitoral para enfrentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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Zema afirmou que não discute vaga de vice e que sua posição permanece inalterada desde o lançamento de sua pré-candidatura à Presidência da República, anunciado no ano passado. Segundo o governador, a estratégia é seguir como candidato até o fim do calendário eleitoral.

“Eu sou pré-candidato, como já aconteceu o lançamento no ano passado, continuo com a pré-candidatura e irei até o final”, disse Zema ao ser questionado por jornalistas.

A possibilidade de composição entre Zema e Flávio Bolsonaro foi levantada por Ciro Nogueira na semana passada. Na avaliação do dirigente do PP, o governador mineiro reúne atributos como experiência administrativa e resultados de gestão, características que poderiam pesar em uma disputa concentrada no Sudeste, região que concentra o maior número de eleitores do país.

Mesmo ao citar o nome de Zema como alternativa, Ciro Nogueira fez ressalvas sobre o potencial eleitoral da combinação. Em entrevista ao jornal O Globo, o senador afirmou não ter certeza se o governador teria capacidade de ampliar o eleitorado da chapa. “Não sei se o Zema chega a somar eleitoralmente”, declarou.

A negativa do governador reforça sua intenção de permanecer no centro da disputa presidencial, afastando, ao menos por ora, a possibilidade de alianças como vice em chapas lideradas por outros grupos políticos.

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