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16 de fevereiro de 2026 - 11h26
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POLÍTICA

Michelle Bolsonaro critica alegoria que retratou Jair Bolsonaro como palhaço preso

Desfile da Acadêmicos de Niterói homenageou Lula e fez sátira ao ex-presidente

16 fevereiro 2026 - 10h10Andressa Lima
Representação de Jair Bolsonaro como palhaço preso durante desfile gerou reação de Michelle Bolsonaro.
Representação de Jair Bolsonaro como palhaço preso durante desfile gerou reação de Michelle Bolsonaro. - Foto: Reprodução/Redes Sociais

A representação do ex-presidente Jair Bolsonaro como um palhaço atrás das grades, durante o desfile da Acadêmicos de Niterói na Marquês de Sapucaí, provocou reação da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. A manifestação ocorreu na noite de domingo, 15, quando a escola foi a primeira a se apresentar no Carnaval do Rio de Janeiro.

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Em publicação nas redes sociais, Michelle criticou a alegoria exibida na comissão de frente. “Só pra registrar um fato histórico: quem foi preso por corrupção foi Luiz Inácio Lula da Silva. Isso é registro judicial, não opinião”, escreveu, ao mencionar o atual presidente da República.

O desfile da Acadêmicos de Niterói levou para a avenida um samba-enredo em homenagem a Lula, destacando sua origem como operário e episódios marcantes da política brasileira recente. Além da celebração, a apresentação incluiu sátiras a adversários políticos.

Na encenação que abriu o desfile, um ator caracterizado como Jair Bolsonaro apareceu vestido de palhaço e, em seguida, foi mostrado atrás de grades. A cena circulou nas redes sociais e gerou reações de aliados do ex-presidente, que atualmente está preso.

Lula acompanhou o desfile de um camarote da Prefeitura do Rio, ao lado do prefeito Eduardo Paes e de ministros do governo. A primeira-dama, Rosângela Lula da Silva, a Janja, também esteve presente, mas não desfilou.

A homenagem feita pela escola também foi alvo de críticas de outros nomes da oposição. Pelo X, antigo Twitter, o senador Flávio Bolsonaro, do PL do Rio de Janeiro, afirmou que o presidente teria usado dinheiro público para fazer homenagem a si mesmo. Já o senador Sergio Moro, do União Brasil do Paraná, declarou que “faltou o carro da Odebrecht”, em referência à operação Lava Jato.

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