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04 de janeiro de 2026 - 21h08
CAPTURA

Maduro foi preso para responder acusação criminal nos EUA, diz senador americano

Governo dos EUA confirma ofensiva, enquanto Venezuela cobra provas sobre paradeiro de Maduro

3 janeiro 2026 - 09h15Da Redação
Senador republicano diz que líder venezuelano está sob custódia americana após ataques durante a madrugada
Senador republicano diz que líder venezuelano está sob custódia americana após ataques durante a madrugada

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, foi preso por agentes dos Estados Unidos para responder a acusações criminais em território americano. A informação foi divulgada neste sábado, 3 de janeiro de 2026, pelo senador republicano Mike Lee, do estado de Utah.

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Em publicação na rede social X, Lee afirmou ter conversado por telefone com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio. Segundo o senador, Rubio confirmou que Maduro está sob custódia americana e que os ataques realizados contra a Venezuela tiveram como objetivo garantir a execução do mandado de prisão.

De acordo com Lee, o secretário informou ainda que não há previsão de novos ataques agora que o líder venezuelano foi capturado.

Em publicação na rede social X, Lee afirmou ter conversado por telefone com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio

Durante a madrugada, os Estados Unidos confirmaram uma ofensiva militar de grande escala contra a Venezuela. O presidente Donald Trump declarou que Maduro e a primeira-dama, Cilia Flores, foram capturados e retirados do país por via aérea. Trump convocou uma coletiva de imprensa para este sábado, em Mar-a-Lago, na Flórida, para detalhar a operação.

O governo venezuelano reagiu. A vice-presidente Delcy Rodríguez disse desconhecer o paradeiro de Maduro e de sua esposa e exigiu provas de vida. Já o ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, afirmou em pronunciamento que os estados de Miranda, Aragua e La Guaira foram atingidos pelos ataques.

Explosões foram registradas em diferentes regiões do país, inclusive em Caracas, por volta das 2h no horário local. Imagens que circulam nas redes sociais mostram colunas de fumaça e veículos em chamas. Ainda não há informações oficiais sobre mortos ou feridos.

Líderes da América Latina reagiram à ofensiva. O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, e o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, criticaram a ação dos Estados Unidos. Já o presidente da Argentina, Javier Milei, manifestou apoio aos ataques.

Questionado pelo jornal New York Times sobre a autorização do Congresso americano para a operação, Trump afirmou que os detalhes seriam apresentados durante a coletiva de imprensa.

A Casa Branca ainda não divulgou um comunicado oficial sobre o caso. A matéria segue em atualização.

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